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Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.
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Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

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Controle de validade e FIFO na indústria de alimentos: como o ERP reduz perdas e desperdícios
Na indústria de alimentos, margem não se perde apenas na negociação com fornecedores ou na pressão de preços do varejo. Muitas vezes, ela escorre silenciosamente pelo estoque — seja por vencimentos não identificados a tempo, seja por falhas na aplicação do método FIFO na produção. Além disso, a exigência regulatória é rigorosa. Órgãos como a ANVISA demandam rastreabilidade, controle de lotes e capacidade de resposta rápida em caso de recall. Portanto, não se trata apenas de eficiência operacional, mas também de conformidade e reputação de marca. Nesse contexto, o controle de validade no ERP deixa de ser um recurso técnico e passa a ser um pilar estratégico para a sustentabilidade financeira da indústria. O impacto da validade na rentabilidade da indústria Produtos vencidos representam perda direta. Entretanto, o problema vai além do descarte. Primeiramente, há o custo de produção já absorvido: matéria-prima, energia, mão de obra, embalagem e logística interna. Em seguida, surgem custos indiretos, como armazenagem, movimentação e até impactos fiscais dependendo do regime tributário. Além disso, quando o estoque não gira corretamente, o capital fica parado. Consequentemente, a empresa perde poder de reinvestimento e pode enfrentar rupturas de itens com maior giro enquanto produtos próximos ao vencimento permanecem armazenados. Outro ponto crítico é o desalinhamento entre produção e demanda. Sem visibilidade clara das datas de validade, o planejamento tende a priorizar volume, e não giro. Como resultado, o excesso de estoque se transforma em desperdício. Por isso, o controle de validade no ERP permite que a gestão visualize não apenas “quanto” há em estoque, mas “até quando” aquele produto é comercializável. Essa mudança de perspectiva altera completamente a tomada de decisão. Como o ERP automatiza o controle de lotes e datas Um ERP para indústria de alimentos bem estruturado trabalha com rastreabilidade por lote desde a entrada da matéria-prima até a expedição do produto acabado. Dessa forma, cada etapa da cadeia produtiva fica registrada e integrada. Além disso, o sistema associa automaticamente cada lote às respectivas datas de fabricação e validade. Assim, a gestão deixa de depender de planilhas paralelas ou controles manuais, que, inevitavelmente, geram falhas humanas. A seguir, veja como essa automação impacta diretamente a operação. FIFO automático O método FIFO na produção (First In, First Out — primeiro que entra, primeiro que sai) é um princípio básico na indústria de alimentos. No entanto, aplicá-lo manualmente em ambientes com alto volume de SKUs é extremamente complexo. Com o controle de validade no ERP, o sistema pode: Sugerir automaticamente o lote mais antigo na separação de pedidos; Bloquear a expedição de lotes fora da sequência lógica; Priorizar insumos com vencimento mais próximo na ordem de produção; Integrar o FIFO ao planejamento de necessidades (MRP). Dessa forma, o FIFO deixa de ser apenas uma orientação operacional e passa a ser uma regra sistêmica. Consequentemente, a empresa reduz perdas por esquecimento ou erro humano. Alertas de vencimento Outro recurso essencial do ERP para indústria de alimentos são os alertas inteligentes. O sistema pode gerar notificações quando um lote atinge determinada faixa crítica de validade, por exemplo, 90, 60 ou 30 dias antes do vencimento. Assim, a empresa pode agir de maneira preventiva, e não corretiva. Entre as ações possíveis estão: Promoções estratégicas para acelerar giro; Transferência de estoque entre filiais; Ajuste no plano de produção; Negociação com clientes para escoamento prioritário. Portanto, em vez de descobrir o problema no momento do descarte, a indústria ganha tempo para proteger sua margem. Rastreabilidade para recall Se, eventualmente, for necessário realizar um recall, a rastreabilidade é decisiva. Com o controle de validade no ERP, é possível identificar rapidamente: Qual lote foi produzido; Quais matérias-primas foram utilizadas; Para quais clientes ou regiões o produto foi enviado; Em qual período ocorreu a distribuição. Isso significa que, em vez de recolher toda a produção de forma indiscriminada, a empresa pode agir de forma cirúrgica. Como resultado, o impacto financeiro é reduzido e a imagem da marca é preservada. Além disso, essa capacidade de rastreabilidade fortalece auditorias e inspeções, demonstrando maturidade nos processos internos. Redução de perdas e aumento de margem Quando o método FIFO na produção é aplicado automaticamente e o estoque é gerido com inteligência, os resultados aparecem em diversas frentes. Primeiramente, há redução direta de perdas por vencimento. Em seguida, observa-se melhora no giro de estoque, o que libera capital de trabalho. Além disso, o planejamento de compras torna-se mais preciso, evitando excessos. Outro benefício relevante é a melhoria da previsibilidade. Com histórico de validade, giro e sazonalidade integrados no ERP para indústria de alimentos, a empresa consegue alinhar produção à demanda real. Consequentemente, o risco de superprodução diminui consideravelmente. Ao mesmo tempo, a transparência nos dados fortalece decisões estratégicas. A gestão passa a enxergar quais produtos apresentam maior índice de perdas, quais clientes mantêm estoque por mais tempo e quais canais demandam ajustes na política comercial. Assim, o controle de validade no ERP deixa de ser apenas um mecanismo de conformidade e passa a ser uma ferramenta de inteligência de negócios. No fim das contas, reduzir desperdício significa proteger margem. E, na indústria de alimentos, onde cada centavo impacta o resultado, transformar controle em estratégia pode ser o diferencial entre operar no limite ou crescer com sustentabilidade.
23/02/2026ERP para distribuição omnichannel: integração estratégica para crescer com controle
Expandir canais de venda parece simples na teoria. No entanto, na prática, cada novo canal adiciona complexidade operacional. B2B, B2C, marketplaces e força de vendas exigem regras diferentes, ritmos distintos e controles específicos. Portanto, sem integração real, o crescimento rapidamente se transforma em desorganização. É exatamente nesse ponto que o ERP para distribuição omnichannel deixa de ser apenas um sistema de gestão e passa a ser o eixo central da operação. Omnichannel não é multiplicar canais, é unificar processos Antes de tudo, é importante esclarecer: vender em vários canais não significa atuar de forma omnichannel. Na verdade, omnichannel pressupõe integração total. Ou seja, todos os pedidos, independentemente da origem, precisam seguir o mesmo fluxo operacional. Além disso, o estoque deve ser único. Da mesma forma, o financeiro deve visualizar títulos e recebíveis em tempo real. Consequentemente, a empresa elimina retrabalho e reduz falhas. Sem um ERP para distribuição omnichannel, cada canal funciona como uma operação paralela. Por outro lado, quando há integração sistêmica, a empresa ganha previsibilidade e escala. Integração prática: ERP + B2B + força de vendas + marketplaces Uma operação omnichannel bem estruturada exige conexão entre: Portal B2B E-commerce B2C Marketplaces Aplicativo da força de vendas Backoffice (estoque, faturamento e financeiro) Com um ERP para distribuição omnichannel, todos esses pontos convergem para uma única base de dados. Assim, quando um pedido entra pelo marketplace, o estoque é atualizado automaticamente. Da mesma forma, quando o representante externo lança um pedido, o sistema já valida limite de crédito e disponibilidade. Além disso, como as regras comerciais ficam parametrizadas no ERP, a empresa mantém coerência entre tabelas, descontos e condições por canal. Dessa maneira, evita-se conflito de preço e perda de margem. Estoque unificado: o pilar da estabilidade operacional Em ambientes multicanais, o estoque é o primeiro a sofrer quando não há integração. Afinal, vender o mesmo item em diferentes frentes sem visibilidade centralizada gera ruptura ou excesso. O ERP para distribuição omnichannel resolve esse problema ao separar: Estoque disponível Estoque reservado Estoque em trânsito Estoque por depósito Consequentemente, a operação passa a trabalhar com números reais. Além disso, a reposição se torna mais precisa, reduzindo capital parado e melhorando o giro. Mais do que controle físico, trata-se de inteligência operacional. Promessa de entrega baseada em ATP: vender com responsabilidade Um dos grandes diferenciais do ERP para distribuição omnichannel é o uso do conceito de ATP (Available to Promise). Em vez de prometer prazos genéricos, o sistema calcula automaticamente: Estoque atual Pedidos já confirmados Previsões de reposição Capacidade logística Com base nesses dados, o ERP define uma data possível e confiável. Portanto, a empresa não vende apenas o que tem — ela vende o que pode entregar. Como resultado, diminuem cancelamentos, reduzem-se conflitos com clientes e melhora-se o nível de serviço. Além disso, a credibilidade da marca se fortalece. Faturamento integrado: agilidade com segurança Outro ponto crítico é o faturamento. Cada canal pode exigir regras fiscais específicas. Contudo, quando o ERP centraliza as operações, essas regras ficam parametrizadas e automatizadas. Assim que o pedido é aprovado, o sistema já direciona a emissão correta da nota fiscal. Além disso, os títulos financeiros são gerados automaticamente, mantendo o fluxo de caixa sob controle. Dessa forma, o ERP para distribuição omnichannel reduz riscos fiscais, elimina retrabalho manual e acelera o ciclo pedido–faturamento–recebimento. Inteligência estratégica por canal Integrar é importante. Entretanto, analisar é decisivo. Com todos os dados centralizados, o ERP permite comparar: Margem por canal Ticket médio Giro por produto Performance da força de vendas Nível de serviço Consequentemente, a empresa identifica quais canais realmente geram rentabilidade. Além disso, consegue ajustar estratégias com base em dados concretos — e não em percepções. Crescer sem perder controle Expandir canais é uma decisão estratégica. No entanto, crescer sem estrutura é um risco operacional. O ERP para distribuição omnichannel garante que pedidos, estoque e faturamento funcionem como partes de um único organismo. Assim, a empresa ganha escala, mantém organização e preserva margem. Em vez de administrar múltiplos sistemas desconectados, a distribuidora passa a operar com visão unificada. E, justamente por isso, transforma complexidade em vantagem competitiva.
20/02/2026
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Controle de validade e FIFO na indústria de alimentos: como o ERP reduz perdas e desperdícios
Na indústria de alimentos, margem não se perde apenas na negociação com fornecedores ou na pressão de preços do varejo. Muitas vezes, ela escorre silenciosamente pelo estoque — seja por vencimentos não identificados a tempo, seja por falhas na aplicação do método FIFO na produção. Além disso, a exigência regulatória é rigorosa. Órgãos como a ANVISA demandam rastreabilidade, controle de lotes e capacidade de resposta rápida em caso de recall. Portanto, não se trata apenas de eficiência operacional, mas também de conformidade e reputação de marca. Nesse contexto, o controle de validade no ERP deixa de ser um recurso técnico e passa a ser um pilar estratégico para a sustentabilidade financeira da indústria. O impacto da validade na rentabilidade da indústria Produtos vencidos representam perda direta. Entretanto, o problema vai além do descarte. Primeiramente, há o custo de produção já absorvido: matéria-prima, energia, mão de obra, embalagem e logística interna. Em seguida, surgem custos indiretos, como armazenagem, movimentação e até impactos fiscais dependendo do regime tributário. Além disso, quando o estoque não gira corretamente, o capital fica parado. Consequentemente, a empresa perde poder de reinvestimento e pode enfrentar rupturas de itens com maior giro enquanto produtos próximos ao vencimento permanecem armazenados. Outro ponto crítico é o desalinhamento entre produção e demanda. Sem visibilidade clara das datas de validade, o planejamento tende a priorizar volume, e não giro. Como resultado, o excesso de estoque se transforma em desperdício. Por isso, o controle de validade no ERP permite que a gestão visualize não apenas “quanto” há em estoque, mas “até quando” aquele produto é comercializável. Essa mudança de perspectiva altera completamente a tomada de decisão. Como o ERP automatiza o controle de lotes e datas Um ERP para indústria de alimentos bem estruturado trabalha com rastreabilidade por lote desde a entrada da matéria-prima até a expedição do produto acabado. Dessa forma, cada etapa da cadeia produtiva fica registrada e integrada. Além disso, o sistema associa automaticamente cada lote às respectivas datas de fabricação e validade. Assim, a gestão deixa de depender de planilhas paralelas ou controles manuais, que, inevitavelmente, geram falhas humanas. A seguir, veja como essa automação impacta diretamente a operação. FIFO automático O método FIFO na produção (First In, First Out — primeiro que entra, primeiro que sai) é um princípio básico na indústria de alimentos. No entanto, aplicá-lo manualmente em ambientes com alto volume de SKUs é extremamente complexo. Com o controle de validade no ERP, o sistema pode: Sugerir automaticamente o lote mais antigo na separação de pedidos; Bloquear a expedição de lotes fora da sequência lógica; Priorizar insumos com vencimento mais próximo na ordem de produção; Integrar o FIFO ao planejamento de necessidades (MRP). Dessa forma, o FIFO deixa de ser apenas uma orientação operacional e passa a ser uma regra sistêmica. Consequentemente, a empresa reduz perdas por esquecimento ou erro humano. Alertas de vencimento Outro recurso essencial do ERP para indústria de alimentos são os alertas inteligentes. O sistema pode gerar notificações quando um lote atinge determinada faixa crítica de validade, por exemplo, 90, 60 ou 30 dias antes do vencimento. Assim, a empresa pode agir de maneira preventiva, e não corretiva. Entre as ações possíveis estão: Promoções estratégicas para acelerar giro; Transferência de estoque entre filiais; Ajuste no plano de produção; Negociação com clientes para escoamento prioritário. Portanto, em vez de descobrir o problema no momento do descarte, a indústria ganha tempo para proteger sua margem. Rastreabilidade para recall Se, eventualmente, for necessário realizar um recall, a rastreabilidade é decisiva. Com o controle de validade no ERP, é possível identificar rapidamente: Qual lote foi produzido; Quais matérias-primas foram utilizadas; Para quais clientes ou regiões o produto foi enviado; Em qual período ocorreu a distribuição. Isso significa que, em vez de recolher toda a produção de forma indiscriminada, a empresa pode agir de forma cirúrgica. Como resultado, o impacto financeiro é reduzido e a imagem da marca é preservada. Além disso, essa capacidade de rastreabilidade fortalece auditorias e inspeções, demonstrando maturidade nos processos internos. Redução de perdas e aumento de margem Quando o método FIFO na produção é aplicado automaticamente e o estoque é gerido com inteligência, os resultados aparecem em diversas frentes. Primeiramente, há redução direta de perdas por vencimento. Em seguida, observa-se melhora no giro de estoque, o que libera capital de trabalho. Além disso, o planejamento de compras torna-se mais preciso, evitando excessos. Outro benefício relevante é a melhoria da previsibilidade. Com histórico de validade, giro e sazonalidade integrados no ERP para indústria de alimentos, a empresa consegue alinhar produção à demanda real. Consequentemente, o risco de superprodução diminui consideravelmente. Ao mesmo tempo, a transparência nos dados fortalece decisões estratégicas. A gestão passa a enxergar quais produtos apresentam maior índice de perdas, quais clientes mantêm estoque por mais tempo e quais canais demandam ajustes na política comercial. Assim, o controle de validade no ERP deixa de ser apenas um mecanismo de conformidade e passa a ser uma ferramenta de inteligência de negócios. No fim das contas, reduzir desperdício significa proteger margem. E, na indústria de alimentos, onde cada centavo impacta o resultado, transformar controle em estratégia pode ser o diferencial entre operar no limite ou crescer com sustentabilidade.
23/02/2026ERP para distribuição omnichannel: integração estratégica para crescer com controle
Expandir canais de venda parece simples na teoria. No entanto, na prática, cada novo canal adiciona complexidade operacional. B2B, B2C, marketplaces e força de vendas exigem regras diferentes, ritmos distintos e controles específicos. Portanto, sem integração real, o crescimento rapidamente se transforma em desorganização. É exatamente nesse ponto que o ERP para distribuição omnichannel deixa de ser apenas um sistema de gestão e passa a ser o eixo central da operação. Omnichannel não é multiplicar canais, é unificar processos Antes de tudo, é importante esclarecer: vender em vários canais não significa atuar de forma omnichannel. Na verdade, omnichannel pressupõe integração total. Ou seja, todos os pedidos, independentemente da origem, precisam seguir o mesmo fluxo operacional. Além disso, o estoque deve ser único. Da mesma forma, o financeiro deve visualizar títulos e recebíveis em tempo real. Consequentemente, a empresa elimina retrabalho e reduz falhas. Sem um ERP para distribuição omnichannel, cada canal funciona como uma operação paralela. Por outro lado, quando há integração sistêmica, a empresa ganha previsibilidade e escala. Integração prática: ERP + B2B + força de vendas + marketplaces Uma operação omnichannel bem estruturada exige conexão entre: Portal B2B E-commerce B2C Marketplaces Aplicativo da força de vendas Backoffice (estoque, faturamento e financeiro) Com um ERP para distribuição omnichannel, todos esses pontos convergem para uma única base de dados. Assim, quando um pedido entra pelo marketplace, o estoque é atualizado automaticamente. Da mesma forma, quando o representante externo lança um pedido, o sistema já valida limite de crédito e disponibilidade. Além disso, como as regras comerciais ficam parametrizadas no ERP, a empresa mantém coerência entre tabelas, descontos e condições por canal. Dessa maneira, evita-se conflito de preço e perda de margem. Estoque unificado: o pilar da estabilidade operacional Em ambientes multicanais, o estoque é o primeiro a sofrer quando não há integração. Afinal, vender o mesmo item em diferentes frentes sem visibilidade centralizada gera ruptura ou excesso. O ERP para distribuição omnichannel resolve esse problema ao separar: Estoque disponível Estoque reservado Estoque em trânsito Estoque por depósito Consequentemente, a operação passa a trabalhar com números reais. Além disso, a reposição se torna mais precisa, reduzindo capital parado e melhorando o giro. Mais do que controle físico, trata-se de inteligência operacional. Promessa de entrega baseada em ATP: vender com responsabilidade Um dos grandes diferenciais do ERP para distribuição omnichannel é o uso do conceito de ATP (Available to Promise). Em vez de prometer prazos genéricos, o sistema calcula automaticamente: Estoque atual Pedidos já confirmados Previsões de reposição Capacidade logística Com base nesses dados, o ERP define uma data possível e confiável. Portanto, a empresa não vende apenas o que tem — ela vende o que pode entregar. Como resultado, diminuem cancelamentos, reduzem-se conflitos com clientes e melhora-se o nível de serviço. Além disso, a credibilidade da marca se fortalece. Faturamento integrado: agilidade com segurança Outro ponto crítico é o faturamento. Cada canal pode exigir regras fiscais específicas. Contudo, quando o ERP centraliza as operações, essas regras ficam parametrizadas e automatizadas. Assim que o pedido é aprovado, o sistema já direciona a emissão correta da nota fiscal. Além disso, os títulos financeiros são gerados automaticamente, mantendo o fluxo de caixa sob controle. Dessa forma, o ERP para distribuição omnichannel reduz riscos fiscais, elimina retrabalho manual e acelera o ciclo pedido–faturamento–recebimento. Inteligência estratégica por canal Integrar é importante. Entretanto, analisar é decisivo. Com todos os dados centralizados, o ERP permite comparar: Margem por canal Ticket médio Giro por produto Performance da força de vendas Nível de serviço Consequentemente, a empresa identifica quais canais realmente geram rentabilidade. Além disso, consegue ajustar estratégias com base em dados concretos — e não em percepções. Crescer sem perder controle Expandir canais é uma decisão estratégica. No entanto, crescer sem estrutura é um risco operacional. O ERP para distribuição omnichannel garante que pedidos, estoque e faturamento funcionem como partes de um único organismo. Assim, a empresa ganha escala, mantém organização e preserva margem. Em vez de administrar múltiplos sistemas desconectados, a distribuidora passa a operar com visão unificada. E, justamente por isso, transforma complexidade em vantagem competitiva.
20/02/2026




