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Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.
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Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

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ERP para distribuição omnichannel: integração estratégica para crescer com controle
Expandir canais de venda parece simples na teoria. No entanto, na prática, cada novo canal adiciona complexidade operacional. B2B, B2C, marketplaces e força de vendas exigem regras diferentes, ritmos distintos e controles específicos. Portanto, sem integração real, o crescimento rapidamente se transforma em desorganização. É exatamente nesse ponto que o ERP para distribuição omnichannel deixa de ser apenas um sistema de gestão e passa a ser o eixo central da operação. Omnichannel não é multiplicar canais, é unificar processos Antes de tudo, é importante esclarecer: vender em vários canais não significa atuar de forma omnichannel. Na verdade, omnichannel pressupõe integração total. Ou seja, todos os pedidos, independentemente da origem, precisam seguir o mesmo fluxo operacional. Além disso, o estoque deve ser único. Da mesma forma, o financeiro deve visualizar títulos e recebíveis em tempo real. Consequentemente, a empresa elimina retrabalho e reduz falhas. Sem um ERP para distribuição omnichannel, cada canal funciona como uma operação paralela. Por outro lado, quando há integração sistêmica, a empresa ganha previsibilidade e escala. Integração prática: ERP + B2B + força de vendas + marketplaces Uma operação omnichannel bem estruturada exige conexão entre: Portal B2B E-commerce B2C Marketplaces Aplicativo da força de vendas Backoffice (estoque, faturamento e financeiro) Com um ERP para distribuição omnichannel, todos esses pontos convergem para uma única base de dados. Assim, quando um pedido entra pelo marketplace, o estoque é atualizado automaticamente. Da mesma forma, quando o representante externo lança um pedido, o sistema já valida limite de crédito e disponibilidade. Além disso, como as regras comerciais ficam parametrizadas no ERP, a empresa mantém coerência entre tabelas, descontos e condições por canal. Dessa maneira, evita-se conflito de preço e perda de margem. Estoque unificado: o pilar da estabilidade operacional Em ambientes multicanais, o estoque é o primeiro a sofrer quando não há integração. Afinal, vender o mesmo item em diferentes frentes sem visibilidade centralizada gera ruptura ou excesso. O ERP para distribuição omnichannel resolve esse problema ao separar: Estoque disponível Estoque reservado Estoque em trânsito Estoque por depósito Consequentemente, a operação passa a trabalhar com números reais. Além disso, a reposição se torna mais precisa, reduzindo capital parado e melhorando o giro. Mais do que controle físico, trata-se de inteligência operacional. Promessa de entrega baseada em ATP: vender com responsabilidade Um dos grandes diferenciais do ERP para distribuição omnichannel é o uso do conceito de ATP (Available to Promise). Em vez de prometer prazos genéricos, o sistema calcula automaticamente: Estoque atual Pedidos já confirmados Previsões de reposição Capacidade logística Com base nesses dados, o ERP define uma data possível e confiável. Portanto, a empresa não vende apenas o que tem — ela vende o que pode entregar. Como resultado, diminuem cancelamentos, reduzem-se conflitos com clientes e melhora-se o nível de serviço. Além disso, a credibilidade da marca se fortalece. Faturamento integrado: agilidade com segurança Outro ponto crítico é o faturamento. Cada canal pode exigir regras fiscais específicas. Contudo, quando o ERP centraliza as operações, essas regras ficam parametrizadas e automatizadas. Assim que o pedido é aprovado, o sistema já direciona a emissão correta da nota fiscal. Além disso, os títulos financeiros são gerados automaticamente, mantendo o fluxo de caixa sob controle. Dessa forma, o ERP para distribuição omnichannel reduz riscos fiscais, elimina retrabalho manual e acelera o ciclo pedido–faturamento–recebimento. Inteligência estratégica por canal Integrar é importante. Entretanto, analisar é decisivo. Com todos os dados centralizados, o ERP permite comparar: Margem por canal Ticket médio Giro por produto Performance da força de vendas Nível de serviço Consequentemente, a empresa identifica quais canais realmente geram rentabilidade. Além disso, consegue ajustar estratégias com base em dados concretos — e não em percepções. Crescer sem perder controle Expandir canais é uma decisão estratégica. No entanto, crescer sem estrutura é um risco operacional. O ERP para distribuição omnichannel garante que pedidos, estoque e faturamento funcionem como partes de um único organismo. Assim, a empresa ganha escala, mantém organização e preserva margem. Em vez de administrar múltiplos sistemas desconectados, a distribuidora passa a operar com visão unificada. E, justamente por isso, transforma complexidade em vantagem competitiva.
20/02/2026Precificação no Atacado com ERP: Como Controlar Margens, Descontos e Rentabilidade por Cliente
Quando cada centavo define o lucro No atacado, a margem não é apenas um número contábil, ela é o campo de batalha onde competitividade e rentabilidade disputam espaço diariamente. Diferentemente do varejo tradicional, o atacadista trabalha com volumes elevados, negociações personalizadas e múltiplos canais. Por isso, qualquer erro na formação de preço pode comprometer o resultado do mês inteiro. Nesse contexto, a precificação no atacado com ERP deixa de ser um diferencial e passa a ser um instrumento essencial de sobrevivência e crescimento. Afinal, não basta vender mais; é necessário vender com margem real, previsível e sustentável. Além disso, à medida que o mercado se torna mais orientado por dados e mais sensível a preço, empresas que ainda dependem de planilhas isoladas acabam perdendo velocidade e precisão nas decisões comerciais. Por que a precificação no atacado é mais complexa do que parece? Em um primeiro olhar, formar preço pode parecer simples: custo + margem desejada. Entretanto, na prática do atacado, a equação é significativamente mais complexa. Isso ocorre porque o preço final sofre influência direta de: Tabelas por canal ou perfil de cliente Descontos progressivos por volume Campanhas comerciais sazonais Verbas de marketing cooperado Frete CIF ou FOB Impostos variáveis por estado Comissões de vendedores Índices de devolução Portanto, quando a empresa não possui um sistema integrado que consolide todas essas variáveis, a margem projetada raramente corresponde à margem efetiva. É justamente nesse ponto que a precificação no atacado com ERP se torna estratégica, pois permite consolidar custos diretos e indiretos em tempo real, garantindo decisões comerciais mais seguras. Tabelas por canal e cliente: estratégia ou risco invisível? No atacado moderno, dificilmente existe uma única tabela de preços. Pelo contrário, é comum trabalhar com: Tabela para distribuidores Tabela para atacarejo Tabela para grandes redes Tabela para pequenos varejistas Tabela por região Além disso, muitos clientes estratégicos operam com acordos personalizados. Contudo, quando essas condições são controladas manualmente, o risco de erro aumenta consideravelmente. Com a precificação no atacado com ERP, é possível: Criar regras automáticas por canal Definir limites mínimos de margem Bloquear vendas abaixo do markup definido Controlar exceções com aprovação gerencial Simular impacto de descontos antes da liberação Dessa forma, a empresa preserva competitividade sem comprometer rentabilidade. Descontos por volume e campanhas: quando vender mais pode significar ganhar menos Descontos progressivos são fundamentais no atacado. Entretanto, quando não são calculados com base na margem real, podem corroer o lucro silenciosamente. Por exemplo: um desconto de 8% pode parecer sustentável à primeira vista. Contudo, ao considerar frete subsidiado, impostos interestaduais e comissão variável, a margem pode cair drasticamente. Segundo análises globais da Deloitte sobre distribuição e atacado, empresas que utilizam dados integrados para decisões comerciais conseguem responder com maior agilidade às pressões de preço e proteger melhor suas margens (Deloitte Insights – Wholesale Distribution Trends). Link de referência: https://www.deloitte.com/us/en/Industries/consumer/articles/wholesale-distribution-trends-disruption.html Nesse sentido, a precificação no atacado com ERP permite simular cenários antes de aplicar campanhas. Assim, o gestor consegue responder perguntas críticas como: Esse desconto mantém a margem mínima? Qual será o impacto no resultado mensal? Vale a pena conceder frete grátis nesse pedido? Consequentemente, decisões deixam de ser intuitivas e passam a ser estratégicas. Margem real: o que muitos atacadistas ainda não enxergam Um dos maiores erros na gestão de preços é considerar apenas o custo de compra e o valor de venda. Entretanto, a margem real precisa contemplar: Frete (pago ou subsidiado) Impostos efetivos por operação Comissão comercial Bonificações Devoluções Inadimplência Sem essa visão consolidada, o faturamento pode crescer enquanto o lucro diminui — e isso, infelizmente, é mais comum do que parece. Por isso, a precificação no atacado com ERP é determinante para apurar a rentabilidade por cliente. O sistema permite analisar: Margem por pedido Margem por produto Margem por vendedor Margem por região Margem por cliente Assim, a empresa deixa de tratar todos os clientes como igualmente rentáveis e passa a agir com inteligência comercial. Rentabilidade por cliente: a virada estratégica Nem todo cliente que compra muito gera lucro. Às vezes, aquele cliente que negocia constantemente descontos, exige prazos extensos e gera alto índice de devolução acaba consumindo margem. Com o apoio do ERP, o gestor consegue cruzar dados financeiros, fiscais e logísticos. Dessa maneira, identifica clientes que: Compram alto volume, mas com margem baixa Compram menos, porém com excelente rentabilidade Exigem alto custo operacional Têm histórico recorrente de devoluções Portanto, a precificação no atacado com ERP não apenas define preços; ela redefine a estratégia comercial. Além disso, com relatórios gerenciais integrados, torna-se possível renegociar contratos, revisar políticas de desconto e até redefinir o posicionamento de determinados produtos. Governança comercial: regras claras evitam guerra interna Outro benefício importante está na padronização das regras. Quando cada vendedor negocia de forma diferente, a empresa perde controle. Entretanto, ao estabelecer políticas parametrizadas no ERP, a organização: Garante coerência comercial Reduz conflitos internos Aumenta previsibilidade de resultados Fortalece a disciplina de margem Assim, mesmo diante da chamada “guerra de preços”, a empresa atua com estratégia e não apenas com reação. Preço é estratégia, não improviso No atacado, margem não se protege por acaso. Ela se constrói com dados, regras claras e visão integrada do negócio. A precificação no atacado com ERP permite controlar variáveis complexas, aplicar políticas inteligentes de desconto e, sobretudo, enxergar a rentabilidade real por cliente. Além disso, oferece segurança para campanhas comerciais e previsibilidade para decisões estratégicas. Portanto, mais do que definir preços, o ERP transforma a gestão comercial em um processo estruturado, analítico e sustentável. E, em um ambiente onde cada centavo impacta o resultado final, essa inteligência pode ser a diferença entre crescer com lucro ou apenas aumentar faturamento sem retorno.
19/02/2026
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ERP para distribuição omnichannel: integração estratégica para crescer com controle
Expandir canais de venda parece simples na teoria. No entanto, na prática, cada novo canal adiciona complexidade operacional. B2B, B2C, marketplaces e força de vendas exigem regras diferentes, ritmos distintos e controles específicos. Portanto, sem integração real, o crescimento rapidamente se transforma em desorganização. É exatamente nesse ponto que o ERP para distribuição omnichannel deixa de ser apenas um sistema de gestão e passa a ser o eixo central da operação. Omnichannel não é multiplicar canais, é unificar processos Antes de tudo, é importante esclarecer: vender em vários canais não significa atuar de forma omnichannel. Na verdade, omnichannel pressupõe integração total. Ou seja, todos os pedidos, independentemente da origem, precisam seguir o mesmo fluxo operacional. Além disso, o estoque deve ser único. Da mesma forma, o financeiro deve visualizar títulos e recebíveis em tempo real. Consequentemente, a empresa elimina retrabalho e reduz falhas. Sem um ERP para distribuição omnichannel, cada canal funciona como uma operação paralela. Por outro lado, quando há integração sistêmica, a empresa ganha previsibilidade e escala. Integração prática: ERP + B2B + força de vendas + marketplaces Uma operação omnichannel bem estruturada exige conexão entre: Portal B2B E-commerce B2C Marketplaces Aplicativo da força de vendas Backoffice (estoque, faturamento e financeiro) Com um ERP para distribuição omnichannel, todos esses pontos convergem para uma única base de dados. Assim, quando um pedido entra pelo marketplace, o estoque é atualizado automaticamente. Da mesma forma, quando o representante externo lança um pedido, o sistema já valida limite de crédito e disponibilidade. Além disso, como as regras comerciais ficam parametrizadas no ERP, a empresa mantém coerência entre tabelas, descontos e condições por canal. Dessa maneira, evita-se conflito de preço e perda de margem. Estoque unificado: o pilar da estabilidade operacional Em ambientes multicanais, o estoque é o primeiro a sofrer quando não há integração. Afinal, vender o mesmo item em diferentes frentes sem visibilidade centralizada gera ruptura ou excesso. O ERP para distribuição omnichannel resolve esse problema ao separar: Estoque disponível Estoque reservado Estoque em trânsito Estoque por depósito Consequentemente, a operação passa a trabalhar com números reais. Além disso, a reposição se torna mais precisa, reduzindo capital parado e melhorando o giro. Mais do que controle físico, trata-se de inteligência operacional. Promessa de entrega baseada em ATP: vender com responsabilidade Um dos grandes diferenciais do ERP para distribuição omnichannel é o uso do conceito de ATP (Available to Promise). Em vez de prometer prazos genéricos, o sistema calcula automaticamente: Estoque atual Pedidos já confirmados Previsões de reposição Capacidade logística Com base nesses dados, o ERP define uma data possível e confiável. Portanto, a empresa não vende apenas o que tem — ela vende o que pode entregar. Como resultado, diminuem cancelamentos, reduzem-se conflitos com clientes e melhora-se o nível de serviço. Além disso, a credibilidade da marca se fortalece. Faturamento integrado: agilidade com segurança Outro ponto crítico é o faturamento. Cada canal pode exigir regras fiscais específicas. Contudo, quando o ERP centraliza as operações, essas regras ficam parametrizadas e automatizadas. Assim que o pedido é aprovado, o sistema já direciona a emissão correta da nota fiscal. Além disso, os títulos financeiros são gerados automaticamente, mantendo o fluxo de caixa sob controle. Dessa forma, o ERP para distribuição omnichannel reduz riscos fiscais, elimina retrabalho manual e acelera o ciclo pedido–faturamento–recebimento. Inteligência estratégica por canal Integrar é importante. Entretanto, analisar é decisivo. Com todos os dados centralizados, o ERP permite comparar: Margem por canal Ticket médio Giro por produto Performance da força de vendas Nível de serviço Consequentemente, a empresa identifica quais canais realmente geram rentabilidade. Além disso, consegue ajustar estratégias com base em dados concretos — e não em percepções. Crescer sem perder controle Expandir canais é uma decisão estratégica. No entanto, crescer sem estrutura é um risco operacional. O ERP para distribuição omnichannel garante que pedidos, estoque e faturamento funcionem como partes de um único organismo. Assim, a empresa ganha escala, mantém organização e preserva margem. Em vez de administrar múltiplos sistemas desconectados, a distribuidora passa a operar com visão unificada. E, justamente por isso, transforma complexidade em vantagem competitiva.
20/02/2026Precificação no Atacado com ERP: Como Controlar Margens, Descontos e Rentabilidade por Cliente
Quando cada centavo define o lucro No atacado, a margem não é apenas um número contábil, ela é o campo de batalha onde competitividade e rentabilidade disputam espaço diariamente. Diferentemente do varejo tradicional, o atacadista trabalha com volumes elevados, negociações personalizadas e múltiplos canais. Por isso, qualquer erro na formação de preço pode comprometer o resultado do mês inteiro. Nesse contexto, a precificação no atacado com ERP deixa de ser um diferencial e passa a ser um instrumento essencial de sobrevivência e crescimento. Afinal, não basta vender mais; é necessário vender com margem real, previsível e sustentável. Além disso, à medida que o mercado se torna mais orientado por dados e mais sensível a preço, empresas que ainda dependem de planilhas isoladas acabam perdendo velocidade e precisão nas decisões comerciais. Por que a precificação no atacado é mais complexa do que parece? Em um primeiro olhar, formar preço pode parecer simples: custo + margem desejada. Entretanto, na prática do atacado, a equação é significativamente mais complexa. Isso ocorre porque o preço final sofre influência direta de: Tabelas por canal ou perfil de cliente Descontos progressivos por volume Campanhas comerciais sazonais Verbas de marketing cooperado Frete CIF ou FOB Impostos variáveis por estado Comissões de vendedores Índices de devolução Portanto, quando a empresa não possui um sistema integrado que consolide todas essas variáveis, a margem projetada raramente corresponde à margem efetiva. É justamente nesse ponto que a precificação no atacado com ERP se torna estratégica, pois permite consolidar custos diretos e indiretos em tempo real, garantindo decisões comerciais mais seguras. Tabelas por canal e cliente: estratégia ou risco invisível? No atacado moderno, dificilmente existe uma única tabela de preços. Pelo contrário, é comum trabalhar com: Tabela para distribuidores Tabela para atacarejo Tabela para grandes redes Tabela para pequenos varejistas Tabela por região Além disso, muitos clientes estratégicos operam com acordos personalizados. Contudo, quando essas condições são controladas manualmente, o risco de erro aumenta consideravelmente. Com a precificação no atacado com ERP, é possível: Criar regras automáticas por canal Definir limites mínimos de margem Bloquear vendas abaixo do markup definido Controlar exceções com aprovação gerencial Simular impacto de descontos antes da liberação Dessa forma, a empresa preserva competitividade sem comprometer rentabilidade. Descontos por volume e campanhas: quando vender mais pode significar ganhar menos Descontos progressivos são fundamentais no atacado. Entretanto, quando não são calculados com base na margem real, podem corroer o lucro silenciosamente. Por exemplo: um desconto de 8% pode parecer sustentável à primeira vista. Contudo, ao considerar frete subsidiado, impostos interestaduais e comissão variável, a margem pode cair drasticamente. Segundo análises globais da Deloitte sobre distribuição e atacado, empresas que utilizam dados integrados para decisões comerciais conseguem responder com maior agilidade às pressões de preço e proteger melhor suas margens (Deloitte Insights – Wholesale Distribution Trends). Link de referência: https://www.deloitte.com/us/en/Industries/consumer/articles/wholesale-distribution-trends-disruption.html Nesse sentido, a precificação no atacado com ERP permite simular cenários antes de aplicar campanhas. Assim, o gestor consegue responder perguntas críticas como: Esse desconto mantém a margem mínima? Qual será o impacto no resultado mensal? Vale a pena conceder frete grátis nesse pedido? Consequentemente, decisões deixam de ser intuitivas e passam a ser estratégicas. Margem real: o que muitos atacadistas ainda não enxergam Um dos maiores erros na gestão de preços é considerar apenas o custo de compra e o valor de venda. Entretanto, a margem real precisa contemplar: Frete (pago ou subsidiado) Impostos efetivos por operação Comissão comercial Bonificações Devoluções Inadimplência Sem essa visão consolidada, o faturamento pode crescer enquanto o lucro diminui — e isso, infelizmente, é mais comum do que parece. Por isso, a precificação no atacado com ERP é determinante para apurar a rentabilidade por cliente. O sistema permite analisar: Margem por pedido Margem por produto Margem por vendedor Margem por região Margem por cliente Assim, a empresa deixa de tratar todos os clientes como igualmente rentáveis e passa a agir com inteligência comercial. Rentabilidade por cliente: a virada estratégica Nem todo cliente que compra muito gera lucro. Às vezes, aquele cliente que negocia constantemente descontos, exige prazos extensos e gera alto índice de devolução acaba consumindo margem. Com o apoio do ERP, o gestor consegue cruzar dados financeiros, fiscais e logísticos. Dessa maneira, identifica clientes que: Compram alto volume, mas com margem baixa Compram menos, porém com excelente rentabilidade Exigem alto custo operacional Têm histórico recorrente de devoluções Portanto, a precificação no atacado com ERP não apenas define preços; ela redefine a estratégia comercial. Além disso, com relatórios gerenciais integrados, torna-se possível renegociar contratos, revisar políticas de desconto e até redefinir o posicionamento de determinados produtos. Governança comercial: regras claras evitam guerra interna Outro benefício importante está na padronização das regras. Quando cada vendedor negocia de forma diferente, a empresa perde controle. Entretanto, ao estabelecer políticas parametrizadas no ERP, a organização: Garante coerência comercial Reduz conflitos internos Aumenta previsibilidade de resultados Fortalece a disciplina de margem Assim, mesmo diante da chamada “guerra de preços”, a empresa atua com estratégia e não apenas com reação. Preço é estratégia, não improviso No atacado, margem não se protege por acaso. Ela se constrói com dados, regras claras e visão integrada do negócio. A precificação no atacado com ERP permite controlar variáveis complexas, aplicar políticas inteligentes de desconto e, sobretudo, enxergar a rentabilidade real por cliente. Além disso, oferece segurança para campanhas comerciais e previsibilidade para decisões estratégicas. Portanto, mais do que definir preços, o ERP transforma a gestão comercial em um processo estruturado, analítico e sustentável. E, em um ambiente onde cada centavo impacta o resultado final, essa inteligência pode ser a diferença entre crescer com lucro ou apenas aumentar faturamento sem retorno.
19/02/2026




