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e aumentar a produtividade.

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Nosso sistema possui um layout prático, moderno e intuitivo, garantindo ao usuário maior agilidade e produtividade nas operações diárias. Aumente a eficiência e simplifique suas tarefas com facilidade.

Sistema ERP

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Sistema ERP Integrado

Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.

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Sistema ERP Integrado

Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

Business Intelligence

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  • Precificação no Atacado com ERP: Como Controlar Margens, Descontos e Rentabilidade por Cliente

    Quando cada centavo define o lucro No atacado, a margem não é apenas um número contábil, ela é o campo de batalha onde competitividade e rentabilidade disputam espaço diariamente. Diferentemente do varejo tradicional, o atacadista trabalha com volumes elevados, negociações personalizadas e múltiplos canais. Por isso, qualquer erro na formação de preço pode comprometer o resultado do mês inteiro. Nesse contexto, a precificação no atacado com ERP deixa de ser um diferencial e passa a ser um instrumento essencial de sobrevivência e crescimento. Afinal, não basta vender mais; é necessário vender com margem real, previsível e sustentável. Além disso, à medida que o mercado se torna mais orientado por dados e mais sensível a preço, empresas que ainda dependem de planilhas isoladas acabam perdendo velocidade e precisão nas decisões comerciais. Por que a precificação no atacado é mais complexa do que parece? Em um primeiro olhar, formar preço pode parecer simples: custo + margem desejada. Entretanto, na prática do atacado, a equação é significativamente mais complexa. Isso ocorre porque o preço final sofre influência direta de: Tabelas por canal ou perfil de cliente Descontos progressivos por volume Campanhas comerciais sazonais Verbas de marketing cooperado Frete CIF ou FOB Impostos variáveis por estado Comissões de vendedores Índices de devolução Portanto, quando a empresa não possui um sistema integrado que consolide todas essas variáveis, a margem projetada raramente corresponde à margem efetiva. É justamente nesse ponto que a precificação no atacado com ERP se torna estratégica, pois permite consolidar custos diretos e indiretos em tempo real, garantindo decisões comerciais mais seguras. Tabelas por canal e cliente: estratégia ou risco invisível? No atacado moderno, dificilmente existe uma única tabela de preços. Pelo contrário, é comum trabalhar com: Tabela para distribuidores Tabela para atacarejo Tabela para grandes redes Tabela para pequenos varejistas Tabela por região Além disso, muitos clientes estratégicos operam com acordos personalizados. Contudo, quando essas condições são controladas manualmente, o risco de erro aumenta consideravelmente. Com a precificação no atacado com ERP, é possível: Criar regras automáticas por canal Definir limites mínimos de margem Bloquear vendas abaixo do markup definido Controlar exceções com aprovação gerencial Simular impacto de descontos antes da liberação Dessa forma, a empresa preserva competitividade sem comprometer rentabilidade.     Descontos por volume e campanhas: quando vender mais pode significar ganhar menos Descontos progressivos são fundamentais no atacado. Entretanto, quando não são calculados com base na margem real, podem corroer o lucro silenciosamente. Por exemplo: um desconto de 8% pode parecer sustentável à primeira vista. Contudo, ao considerar frete subsidiado, impostos interestaduais e comissão variável, a margem pode cair drasticamente. Segundo análises globais da Deloitte sobre distribuição e atacado, empresas que utilizam dados integrados para decisões comerciais conseguem responder com maior agilidade às pressões de preço e proteger melhor suas margens (Deloitte Insights – Wholesale Distribution Trends). Link de referência: https://www.deloitte.com/us/en/Industries/consumer/articles/wholesale-distribution-trends-disruption.html Nesse sentido, a precificação no atacado com ERP permite simular cenários antes de aplicar campanhas. Assim, o gestor consegue responder perguntas críticas como: Esse desconto mantém a margem mínima? Qual será o impacto no resultado mensal? Vale a pena conceder frete grátis nesse pedido? Consequentemente, decisões deixam de ser intuitivas e passam a ser estratégicas. Margem real: o que muitos atacadistas ainda não enxergam Um dos maiores erros na gestão de preços é considerar apenas o custo de compra e o valor de venda. Entretanto, a margem real precisa contemplar: Frete (pago ou subsidiado) Impostos efetivos por operação Comissão comercial Bonificações Devoluções Inadimplência Sem essa visão consolidada, o faturamento pode crescer enquanto o lucro diminui — e isso, infelizmente, é mais comum do que parece. Por isso, a precificação no atacado com ERP é determinante para apurar a rentabilidade por cliente. O sistema permite analisar: Margem por pedido Margem por produto Margem por vendedor Margem por região Margem por cliente Assim, a empresa deixa de tratar todos os clientes como igualmente rentáveis e passa a agir com inteligência comercial. Rentabilidade por cliente: a virada estratégica Nem todo cliente que compra muito gera lucro. Às vezes, aquele cliente que negocia constantemente descontos, exige prazos extensos e gera alto índice de devolução acaba consumindo margem. Com o apoio do ERP, o gestor consegue cruzar dados financeiros, fiscais e logísticos. Dessa maneira, identifica clientes que: Compram alto volume, mas com margem baixa Compram menos, porém com excelente rentabilidade Exigem alto custo operacional Têm histórico recorrente de devoluções Portanto, a precificação no atacado com ERP não apenas define preços; ela redefine a estratégia comercial. Além disso, com relatórios gerenciais integrados, torna-se possível renegociar contratos, revisar políticas de desconto e até redefinir o posicionamento de determinados produtos. Governança comercial: regras claras evitam guerra interna Outro benefício importante está na padronização das regras. Quando cada vendedor negocia de forma diferente, a empresa perde controle. Entretanto, ao estabelecer políticas parametrizadas no ERP, a organização: Garante coerência comercial Reduz conflitos internos Aumenta previsibilidade de resultados Fortalece a disciplina de margem Assim, mesmo diante da chamada “guerra de preços”, a empresa atua com estratégia e não apenas com reação. Preço é estratégia, não improviso No atacado, margem não se protege por acaso. Ela se constrói com dados, regras claras e visão integrada do negócio. A precificação no atacado com ERP permite controlar variáveis complexas, aplicar políticas inteligentes de desconto e, sobretudo, enxergar a rentabilidade real por cliente. Além disso, oferece segurança para campanhas comerciais e previsibilidade para decisões estratégicas. Portanto, mais do que definir preços, o ERP transforma a gestão comercial em um processo estruturado, analítico e sustentável. E, em um ambiente onde cada centavo impacta o resultado final, essa inteligência pode ser a diferença entre crescer com lucro ou apenas aumentar faturamento sem retorno.

    19/02/2026
  • Previsão de demanda e reposição inteligente: como reduzir ruptura e excesso com dados do ERP

    Estoque sob controle começa com dados confiáveis Quando a empresa não consegue prever com precisão o que vai vender, o impacto aparece rapidamente no caixa, no estoque e na satisfação do cliente. Afinal, estoques excessivos imobilizam capital e elevam custos, enquanto rupturas comprometem vendas e afetam a experiência do cliente. Nesse cenário, a previsão de demanda com ERP surge como um dos pilares mais importantes para empresas que desejam crescer com segurança e eficiência. Além disso, quando a empresa utiliza corretamente dados históricos, sazonalidade, Curva ABC/XYZ e políticas de reposição orientadas por nível de serviço, ela transforma o estoque em um ativo estratégico. Portanto, mais do que controlar entradas e saídas, o ERP passa a atuar como um verdadeiro motor de inteligência operacional. Ao longo deste artigo, você entenderá como integrar essas ferramentas e, consequentemente, reduzir desperdícios, aumentar a disponibilidade de produtos e melhorar a margem de lucro. O que é previsão de demanda com ERP e por que ela é tão estratégica? A previsão de demanda com ERP consiste na utilização de dados históricos de vendas, pedidos, sazonalidade e comportamento do cliente para estimar, com maior precisão, quanto será necessário produzir ou comprar em períodos futuros. Diferentemente de métodos baseados apenas em “feeling” ou experiência empírica, o ERP consolida informações reais da operação. Dessa forma, ele permite análises consistentes e projeções mais confiáveis. Além disso, como os dados estão integrados ao financeiro, compras e logística, as decisões deixam de ser isoladas e passam a ser estratégicas. Consequentemente, a empresa reduz decisões reativas e passa a trabalhar de forma preventiva. Em vez de agir apenas quando o estoque acaba ou quando o excesso já compromete o caixa, o gestor antecipa cenários e ajusta o planejamento com antecedência. Curva ABC/XYZ: priorizando o que realmente importa Para que a previsão de demanda com ERP seja realmente eficiente, é fundamental classificar corretamente os produtos. É justamente nesse ponto que entra a análise combinada da Curva ABC e da Curva XYZ. Curva ABC: foco no impacto financeiro A Curva ABC classifica os itens com base na sua relevância financeira: A: Produtos que representam maior faturamento ou margem. B: Itens de importância intermediária. C: Produtos com menor impacto financeiro. Assim, a empresa direciona maior atenção e controle aos itens A, pois qualquer erro de previsão nesses produtos pode gerar impacto significativo no resultado. Curva XYZ: previsibilidade da demanda Por outro lado, a Curva XYZ analisa a variabilidade da demanda: X: Itens com demanda estável. Y: Produtos com variação moderada. Z: Itens com demanda irregular ou imprevisível. Quando combinamos ABC com XYZ, o gestor passa a enxergar não apenas o valor do produto, mas também seu comportamento de consumo. Portanto, um item AX exige estratégia diferente de um CZ. E é exatamente essa inteligência que fortalece a previsão de demanda com ERP. Sazonalidade e histórico de pedidos: o passado orientando o futuro Outro fator decisivo para um planejamento eficiente é a análise da sazonalidade. Muitos segmentos enfrentam oscilações previsíveis ao longo do ano — seja por datas comemorativas, mudanças climáticas ou ciclos econômicos. Nesse sentido, o ERP permite comparar períodos anteriores, identificar padrões e ajustar automaticamente as projeções. Além disso, o histórico de pedidos revela tendências importantes, como crescimento gradual de determinado produto ou queda contínua de outro. Consequentemente, o planejamento de demanda baseado em dados se torna muito mais assertivo. Em vez de trabalhar com médias simples, a empresa passa a considerar variações reais e contextuais.     Reposição orientada por nível de serviço (Service Level) Se prever é essencial, repor corretamente é igualmente estratégico. E é justamente aqui que a reposição inteligente de estoque ganha destaque. O conceito de nível de serviço (service level) representa a probabilidade de atender à demanda sem ruptura. Por exemplo, um nível de serviço de 95% indica que a empresa aceita apenas 5% de risco de falta. Ao integrar esse conceito ao ERP, o sistema calcula automaticamente: Estoque de segurança Ponto de reposição Lote econômico de compra Tempo de reposição do fornecedor Dessa forma, a empresa equilibra disponibilidade e capital investido. Além disso, ao definir níveis de serviço diferentes para itens A, B e C, ela direciona recursos de forma estratégica. Portanto, enquanto produtos críticos podem ter nível de serviço mais alto, itens de menor impacto podem trabalhar com estoques mais enxutos. Como reduzir ruptura e excesso com previsões mais inteligentes A combinação entre previsão de demanda com ERP, Curva ABC/XYZ, sazonalidade e reposição orientada por nível de serviço gera benefícios claros e mensuráveis. Primeiramente, há redução significativa de rupturas. Como o ERP antecipa necessidades, o estoque é ajustado antes que o problema aconteça. Além disso, o excesso diminui, pois a compra passa a ser orientada por dados concretos e não por estimativas genéricas. Outro ponto importante é a melhora no fluxo de caixa. Afinal, menos capital fica parado em estoque desnecessário. Consequentemente, a empresa ganha fôlego financeiro para investir em crescimento. Adicionalmente, o nível de satisfação do cliente aumenta, pois a disponibilidade de produtos se torna mais consistente. E, como resultado, a fidelização tende a crescer. O papel do ERP na integração e na tomada de decisão Segundo análises do setor de distribuição e atacado, empresas que utilizam sistemas ERP com foco em planejamento e análise de dados conseguem maior controle operacional e melhor desempenho em gestão de estoque. Isso ocorre porque o ERP integra compras, vendas, financeiro e logística em um único ambiente. Com essa integração, a previsão de demanda com ERP deixa de ser apenas um relatório e passa a orientar decisões estratégicas. Além disso, dashboards gerenciais permitem acompanhar indicadores como giro de estoque, cobertura, taxa de ruptura e nível de serviço em tempo real. Portanto, o gestor não apenas visualiza o cenário atual, mas também projeta cenários futuros com maior segurança. Dados transformam estoque em estratégia Reduzir ruptura e excesso não é uma questão de sorte, mas sim de método. Quando a empresa adota a previsão de demanda com ERP e combina essa prática com Curva ABC/XYZ, análise de sazonalidade e reposição inteligente orientada

    18/02/2026


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  • Precificação no Atacado com ERP: Como Controlar Margens, Descontos e Rentabilidade por Cliente

    Quando cada centavo define o lucro No atacado, a margem não é apenas um número contábil, ela é o campo de batalha onde competitividade e rentabilidade disputam espaço diariamente. Diferentemente do varejo tradicional, o atacadista trabalha com volumes elevados, negociações personalizadas e múltiplos canais. Por isso, qualquer erro na formação de preço pode comprometer o resultado do mês inteiro. Nesse contexto, a precificação no atacado com ERP deixa de ser um diferencial e passa a ser um instrumento essencial de sobrevivência e crescimento. Afinal, não basta vender mais; é necessário vender com margem real, previsível e sustentável. Além disso, à medida que o mercado se torna mais orientado por dados e mais sensível a preço, empresas que ainda dependem de planilhas isoladas acabam perdendo velocidade e precisão nas decisões comerciais. Por que a precificação no atacado é mais complexa do que parece? Em um primeiro olhar, formar preço pode parecer simples: custo + margem desejada. Entretanto, na prática do atacado, a equação é significativamente mais complexa. Isso ocorre porque o preço final sofre influência direta de: Tabelas por canal ou perfil de cliente Descontos progressivos por volume Campanhas comerciais sazonais Verbas de marketing cooperado Frete CIF ou FOB Impostos variáveis por estado Comissões de vendedores Índices de devolução Portanto, quando a empresa não possui um sistema integrado que consolide todas essas variáveis, a margem projetada raramente corresponde à margem efetiva. É justamente nesse ponto que a precificação no atacado com ERP se torna estratégica, pois permite consolidar custos diretos e indiretos em tempo real, garantindo decisões comerciais mais seguras. Tabelas por canal e cliente: estratégia ou risco invisível? No atacado moderno, dificilmente existe uma única tabela de preços. Pelo contrário, é comum trabalhar com: Tabela para distribuidores Tabela para atacarejo Tabela para grandes redes Tabela para pequenos varejistas Tabela por região Além disso, muitos clientes estratégicos operam com acordos personalizados. Contudo, quando essas condições são controladas manualmente, o risco de erro aumenta consideravelmente. Com a precificação no atacado com ERP, é possível: Criar regras automáticas por canal Definir limites mínimos de margem Bloquear vendas abaixo do markup definido Controlar exceções com aprovação gerencial Simular impacto de descontos antes da liberação Dessa forma, a empresa preserva competitividade sem comprometer rentabilidade.     Descontos por volume e campanhas: quando vender mais pode significar ganhar menos Descontos progressivos são fundamentais no atacado. Entretanto, quando não são calculados com base na margem real, podem corroer o lucro silenciosamente. Por exemplo: um desconto de 8% pode parecer sustentável à primeira vista. Contudo, ao considerar frete subsidiado, impostos interestaduais e comissão variável, a margem pode cair drasticamente. Segundo análises globais da Deloitte sobre distribuição e atacado, empresas que utilizam dados integrados para decisões comerciais conseguem responder com maior agilidade às pressões de preço e proteger melhor suas margens (Deloitte Insights – Wholesale Distribution Trends). Link de referência: https://www.deloitte.com/us/en/Industries/consumer/articles/wholesale-distribution-trends-disruption.html Nesse sentido, a precificação no atacado com ERP permite simular cenários antes de aplicar campanhas. Assim, o gestor consegue responder perguntas críticas como: Esse desconto mantém a margem mínima? Qual será o impacto no resultado mensal? Vale a pena conceder frete grátis nesse pedido? Consequentemente, decisões deixam de ser intuitivas e passam a ser estratégicas. Margem real: o que muitos atacadistas ainda não enxergam Um dos maiores erros na gestão de preços é considerar apenas o custo de compra e o valor de venda. Entretanto, a margem real precisa contemplar: Frete (pago ou subsidiado) Impostos efetivos por operação Comissão comercial Bonificações Devoluções Inadimplência Sem essa visão consolidada, o faturamento pode crescer enquanto o lucro diminui — e isso, infelizmente, é mais comum do que parece. Por isso, a precificação no atacado com ERP é determinante para apurar a rentabilidade por cliente. O sistema permite analisar: Margem por pedido Margem por produto Margem por vendedor Margem por região Margem por cliente Assim, a empresa deixa de tratar todos os clientes como igualmente rentáveis e passa a agir com inteligência comercial. Rentabilidade por cliente: a virada estratégica Nem todo cliente que compra muito gera lucro. Às vezes, aquele cliente que negocia constantemente descontos, exige prazos extensos e gera alto índice de devolução acaba consumindo margem. Com o apoio do ERP, o gestor consegue cruzar dados financeiros, fiscais e logísticos. Dessa maneira, identifica clientes que: Compram alto volume, mas com margem baixa Compram menos, porém com excelente rentabilidade Exigem alto custo operacional Têm histórico recorrente de devoluções Portanto, a precificação no atacado com ERP não apenas define preços; ela redefine a estratégia comercial. Além disso, com relatórios gerenciais integrados, torna-se possível renegociar contratos, revisar políticas de desconto e até redefinir o posicionamento de determinados produtos. Governança comercial: regras claras evitam guerra interna Outro benefício importante está na padronização das regras. Quando cada vendedor negocia de forma diferente, a empresa perde controle. Entretanto, ao estabelecer políticas parametrizadas no ERP, a organização: Garante coerência comercial Reduz conflitos internos Aumenta previsibilidade de resultados Fortalece a disciplina de margem Assim, mesmo diante da chamada “guerra de preços”, a empresa atua com estratégia e não apenas com reação. Preço é estratégia, não improviso No atacado, margem não se protege por acaso. Ela se constrói com dados, regras claras e visão integrada do negócio. A precificação no atacado com ERP permite controlar variáveis complexas, aplicar políticas inteligentes de desconto e, sobretudo, enxergar a rentabilidade real por cliente. Além disso, oferece segurança para campanhas comerciais e previsibilidade para decisões estratégicas. Portanto, mais do que definir preços, o ERP transforma a gestão comercial em um processo estruturado, analítico e sustentável. E, em um ambiente onde cada centavo impacta o resultado final, essa inteligência pode ser a diferença entre crescer com lucro ou apenas aumentar faturamento sem retorno.

    19/02/2026
  • Previsão de demanda e reposição inteligente: como reduzir ruptura e excesso com dados do ERP

    Estoque sob controle começa com dados confiáveis Quando a empresa não consegue prever com precisão o que vai vender, o impacto aparece rapidamente no caixa, no estoque e na satisfação do cliente. Afinal, estoques excessivos imobilizam capital e elevam custos, enquanto rupturas comprometem vendas e afetam a experiência do cliente. Nesse cenário, a previsão de demanda com ERP surge como um dos pilares mais importantes para empresas que desejam crescer com segurança e eficiência. Além disso, quando a empresa utiliza corretamente dados históricos, sazonalidade, Curva ABC/XYZ e políticas de reposição orientadas por nível de serviço, ela transforma o estoque em um ativo estratégico. Portanto, mais do que controlar entradas e saídas, o ERP passa a atuar como um verdadeiro motor de inteligência operacional. Ao longo deste artigo, você entenderá como integrar essas ferramentas e, consequentemente, reduzir desperdícios, aumentar a disponibilidade de produtos e melhorar a margem de lucro. O que é previsão de demanda com ERP e por que ela é tão estratégica? A previsão de demanda com ERP consiste na utilização de dados históricos de vendas, pedidos, sazonalidade e comportamento do cliente para estimar, com maior precisão, quanto será necessário produzir ou comprar em períodos futuros. Diferentemente de métodos baseados apenas em “feeling” ou experiência empírica, o ERP consolida informações reais da operação. Dessa forma, ele permite análises consistentes e projeções mais confiáveis. Além disso, como os dados estão integrados ao financeiro, compras e logística, as decisões deixam de ser isoladas e passam a ser estratégicas. Consequentemente, a empresa reduz decisões reativas e passa a trabalhar de forma preventiva. Em vez de agir apenas quando o estoque acaba ou quando o excesso já compromete o caixa, o gestor antecipa cenários e ajusta o planejamento com antecedência. Curva ABC/XYZ: priorizando o que realmente importa Para que a previsão de demanda com ERP seja realmente eficiente, é fundamental classificar corretamente os produtos. É justamente nesse ponto que entra a análise combinada da Curva ABC e da Curva XYZ. Curva ABC: foco no impacto financeiro A Curva ABC classifica os itens com base na sua relevância financeira: A: Produtos que representam maior faturamento ou margem. B: Itens de importância intermediária. C: Produtos com menor impacto financeiro. Assim, a empresa direciona maior atenção e controle aos itens A, pois qualquer erro de previsão nesses produtos pode gerar impacto significativo no resultado. Curva XYZ: previsibilidade da demanda Por outro lado, a Curva XYZ analisa a variabilidade da demanda: X: Itens com demanda estável. Y: Produtos com variação moderada. Z: Itens com demanda irregular ou imprevisível. Quando combinamos ABC com XYZ, o gestor passa a enxergar não apenas o valor do produto, mas também seu comportamento de consumo. Portanto, um item AX exige estratégia diferente de um CZ. E é exatamente essa inteligência que fortalece a previsão de demanda com ERP. Sazonalidade e histórico de pedidos: o passado orientando o futuro Outro fator decisivo para um planejamento eficiente é a análise da sazonalidade. Muitos segmentos enfrentam oscilações previsíveis ao longo do ano — seja por datas comemorativas, mudanças climáticas ou ciclos econômicos. Nesse sentido, o ERP permite comparar períodos anteriores, identificar padrões e ajustar automaticamente as projeções. Além disso, o histórico de pedidos revela tendências importantes, como crescimento gradual de determinado produto ou queda contínua de outro. Consequentemente, o planejamento de demanda baseado em dados se torna muito mais assertivo. Em vez de trabalhar com médias simples, a empresa passa a considerar variações reais e contextuais.     Reposição orientada por nível de serviço (Service Level) Se prever é essencial, repor corretamente é igualmente estratégico. E é justamente aqui que a reposição inteligente de estoque ganha destaque. O conceito de nível de serviço (service level) representa a probabilidade de atender à demanda sem ruptura. Por exemplo, um nível de serviço de 95% indica que a empresa aceita apenas 5% de risco de falta. Ao integrar esse conceito ao ERP, o sistema calcula automaticamente: Estoque de segurança Ponto de reposição Lote econômico de compra Tempo de reposição do fornecedor Dessa forma, a empresa equilibra disponibilidade e capital investido. Além disso, ao definir níveis de serviço diferentes para itens A, B e C, ela direciona recursos de forma estratégica. Portanto, enquanto produtos críticos podem ter nível de serviço mais alto, itens de menor impacto podem trabalhar com estoques mais enxutos. Como reduzir ruptura e excesso com previsões mais inteligentes A combinação entre previsão de demanda com ERP, Curva ABC/XYZ, sazonalidade e reposição orientada por nível de serviço gera benefícios claros e mensuráveis. Primeiramente, há redução significativa de rupturas. Como o ERP antecipa necessidades, o estoque é ajustado antes que o problema aconteça. Além disso, o excesso diminui, pois a compra passa a ser orientada por dados concretos e não por estimativas genéricas. Outro ponto importante é a melhora no fluxo de caixa. Afinal, menos capital fica parado em estoque desnecessário. Consequentemente, a empresa ganha fôlego financeiro para investir em crescimento. Adicionalmente, o nível de satisfação do cliente aumenta, pois a disponibilidade de produtos se torna mais consistente. E, como resultado, a fidelização tende a crescer. O papel do ERP na integração e na tomada de decisão Segundo análises do setor de distribuição e atacado, empresas que utilizam sistemas ERP com foco em planejamento e análise de dados conseguem maior controle operacional e melhor desempenho em gestão de estoque. Isso ocorre porque o ERP integra compras, vendas, financeiro e logística em um único ambiente. Com essa integração, a previsão de demanda com ERP deixa de ser apenas um relatório e passa a orientar decisões estratégicas. Além disso, dashboards gerenciais permitem acompanhar indicadores como giro de estoque, cobertura, taxa de ruptura e nível de serviço em tempo real. Portanto, o gestor não apenas visualiza o cenário atual, mas também projeta cenários futuros com maior segurança. Dados transformam estoque em estratégia Reduzir ruptura e excesso não é uma questão de sorte, mas sim de método. Quando a empresa adota a previsão de demanda com ERP e combina essa prática com Curva ABC/XYZ, análise de sazonalidade e reposição inteligente orientada

    18/02/2026
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