As melhores soluções para
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Soluções integradas para otimizar seus processos
e aumentar a produtividade.

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Nosso sistema possui um layout prático, moderno e intuitivo, garantindo ao usuário maior agilidade e produtividade nas operações diárias. Aumente a eficiência e simplifique suas tarefas com facilidade.

Sistema ERP

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Sistema ERP Integrado

Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.

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Sistema ERP Integrado

Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

Business Intelligence

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  • Churn: o que é, como calcular e como reduzir a perda de clientes

    Por que o churn revela muito mais do que simples cancelamentos Manter clientes ativos é tão importante quanto conquistar novos. No entanto, na prática, muitas empresas só percebem a gravidade do problema quando a base começa a diminuir e, consequentemente, a receita perde previsibilidade. É justamente nesse cenário que o churn ganha relevância, pois passa a funcionar como um verdadeiro termômetro da saúde do negócio. De forma objetiva, churn mostra quantos clientes deixam de comprar ou interrompem o relacionamento com a empresa em um determinado período. Porém, quando analisado com mais profundidade, esse indicador vai muito além da perda em si. Afinal, ele também evidencia falhas em processos internos, atendimento, proposta de valor e experiência do cliente. Por esse motivo, acompanhar o churn deixou de ser apenas uma métrica operacional e passou a ser uma ferramenta estratégica de gestão. O que é churn e por que ele impacta diretamente os resultados De maneira simples, o churn representa a taxa de perda de clientes. Em outras palavras, indica o quanto a empresa consegue — ou não — manter relacionamentos ativos ao longo do tempo. Embora o termo seja frequentemente associado a modelos de negócio recorrentes, como SaaS, na prática, o churn afeta qualquer empresa que dependa de recompra, contratos ou relacionamento contínuo, independentemente do segmento. Além disso, quando a taxa de churn se mantém elevada por longos períodos, os impactos começam a se acumular. Entre os principais, destacam-se: Aumento do custo de aquisição de clientes (CAC); Redução da previsibilidade de receita; Maior dificuldade para crescer de forma sustentável; Pressão constante sobre margens e resultados. Portanto, mais do que acompanhar números isolados, entender o churn é essencial para decisões mais seguras e orientadas por dados. Tipos de churn que sua empresa precisa acompanhar Antes de definir estratégias de retenção, é fundamental compreender que o churn não acontece sempre pelo mesmo motivo. Pelo contrário, ele pode assumir diferentes formas, cada uma exigindo uma abordagem específica. Churn voluntário Nesse caso, o cliente decide sair por conta própria. Geralmente, isso ocorre por insatisfação, falta de valor percebido, problemas recorrentes ou, ainda, pela entrada de concorrentes mais atrativos. Churn involuntário Por outro lado, o churn involuntário está ligado a falhas operacionais. Atrasos de pagamento, erros administrativos ou processos mal estruturados costumam ser os principais gatilhos. Em muitos casos, esse tipo de churn poderia ser evitado com ajustes simples. Churn por desalinhamento Já o churn por desalinhamento acontece quando o cliente nunca foi, de fato, o perfil ideal da solução. Normalmente, isso está relacionado a expectativas mal alinhadas ainda na etapa comercial. Dessa forma, classificar corretamente o churn ajuda a direcionar ações mais assertivas e menos genéricas.     Como calcular a taxa de churn Embora seja simples, o cálculo do churn é extremamente relevante quando acompanhado com frequência. De modo geral, a fórmula mais utilizada é: Taxa de churn (%) = (Clientes perdidos no período ÷ Clientes no início do período) × 100 Exemplo prático Imagine que a empresa iniciou o mês com 400 clientes e, ao longo desse período, perdeu 12: 12 ÷ 400 × 100 = 3% de churn mensal A partir desse acompanhamento mensal, e também em análises trimestrais e anuais, torna-se possível identificar padrões, tendências e impactos diretos de decisões internas. Sinais de alerta que indicam risco de churn Na maioria das situações, o churn não acontece de forma repentina. Pelo contrário, ele costuma ser precedido por sinais claros que, quando ignorados, evoluem para a perda do cliente. Entre os principais, podemos citar: Redução na frequência de compras; Queda no ticket médio; Aumento de reclamações ou demandas não resolvidas; Menor interação com a equipe comercial ou de atendimento; Pendências financeiras recorrentes. Diante disso, agir de forma preventiva deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade. A relação direta entre churn e LTV Ao analisar churn, é fundamental observar outro indicador estratégico: o LTV (Lifetime Value), ou valor do tempo de vida do cliente. De forma geral, o LTV representa quanto um cliente gera de receita para a empresa ao longo de todo o relacionamento. Nesse contexto, churn e LTV estão diretamente conectados. Quanto maior o churn, menor tende a ser o LTV, já que o relacionamento é interrompido mais cedo. Por outro lado, quando a empresa consegue reduzir a perda de clientes e aumentar o tempo de permanência, o LTV cresce de forma natural. Além disso, acompanhar esses dois indicadores em conjunto permite decisões mais inteligentes. Enquanto o churn mostra quem está saindo, o LTV ajuda a entender quanto valor está sendo perdido com cada saída. Dessa forma, a gestão deixa de focar apenas em volume de cancelamentos e passa a priorizar a retenção dos clientes mais estratégicos e rentáveis. Como o ERP contribui para a redução do churn Para que a análise do churn seja realmente eficiente, é fundamental contar com um ERP integrado, capaz de centralizar dados e oferecer uma visão completa do cliente ao longo de toda a jornada. No caso do Yzidro ERP, dashboards e ferramentas nativas de BI permitem acompanhar, de forma contínua, indicadores de retenção, recorrência de compras e comportamento dos clientes. Assim, padrões de risco passam a ser identificados com mais rapidez e clareza. Além disso, como os dados comerciais, financeiros e operacionais estão integrados, fica mais fácil detectar quedas de consumo, atrasos, pendências e outros sinais de alerta que, se não tratados, podem levar ao cancelamento. Somado a isso, recursos como o Assistente de Melhores Práticas e a tratativa de vendas perdidas contribuem para ajustes constantes nos processos internos. Dessa maneira, a gestão do churn deixa de ser baseada apenas em percepção e passa a ser orientada por dados concretos e confiáveis.     Estratégias práticas para reduzir a perda de clientes com apoio do ERP Com informações bem organizadas e acessíveis, algumas ações se tornam naturalmente mais eficazes. Entre elas, destacam-se: Alinhar expectativas desde a venda, evitando frustrações futuras; Monitorar padrões de comportamento ao longo da jornada do cliente; Padronizar processos de atendimento e pós-venda; Utilizar dados históricos para

    27/01/2026
  • Segurança no ERP e LGPD: controles mínimos, auditoria e boas práticas.

    O ERP como ponto central da segurança da informação A segurança da informação no ERP impacta decisões, processos e a própria sustentabilidade da empresa. Afinal, é no ERP que estão concentrados dados financeiros, fiscais, operacionais e, principalmente, informações pessoais protegidas pela LGPD. Nesse cenário, qualquer falha de controle, acesso indevido ou ausência de monitoramento pode gerar não apenas prejuízos financeiros, mas também riscos legais, multas e danos à reputação da organização. Por isso, mais do que escolher um sistema robusto, é fundamental entender quais controles mínimos devem existir, como funciona a auditoria no ERP e quais boas práticas ajudam a manter a conformidade contínua. Ao longo deste artigo, você vai entender como estruturar uma abordagem sólida de segurança da informação no ERP, alinhada às exigências da LGPD e às melhores práticas de governança.   Por que a segurança da informação no ERP é crítica para a LGPD? Antes de tudo, é importante lembrar que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados – Lei nº 13.709/2018) exige que as empresas adotem medidas técnicas e administrativas capazes de proteger dados pessoais contra acessos não autorizados, vazamentos e incidentes. Nesse contexto, o ERP se torna um ponto central de atenção porque: Centraliza dados de clientes, fornecedores e colaboradores Processa informações fiscais e financeiras sensíveis Integra diferentes áreas da empresa em um único ambiente Serve como base para decisões estratégicas Ou seja, se o ERP não for seguro, todo o ecossistema de dados da empresa fica vulnerável. Por isso, investir em segurança da informação no ERP não é apenas uma escolha tecnológica, mas uma exigência legal e operacional. Controles mínimos de segurança que todo ERP deve ter Para atender à LGPD e reduzir riscos, existem controles mínimos que precisam estar bem definidos no ERP. A seguir, destacamos os principais. Controle de acessos por perfil de usuário Em primeiro lugar, é essencial que o ERP permita segregação de funções. Isso significa que cada usuário deve acessar apenas o que é necessário para sua atividade. Por exemplo: O financeiro não deve acessar dados de RH sem justificativa O comercial não precisa alterar cadastros fiscais A produção não deve visualizar informações estratégicas Além disso, o uso de perfis personalizados reduz drasticamente o risco de erros e acessos indevidos. Registro e rastreabilidade de ações (logs) Outro ponto fundamental na segurança da informação no ERP é a rastreabilidade. O sistema deve registrar: Quem acessou O que foi alterado Quando a ação ocorreu Qual dado foi impactado Esses registros, conhecidos como logs de auditoria, são indispensáveis tanto para investigações internas quanto para comprovação de conformidade em auditorias externas. Autenticação forte e políticas de senha Além do controle de acesso, o ERP deve permitir políticas de segurança como: Senhas fortes e periódicas Bloqueio automático após tentativas inválidas Autenticação em múltiplos fatores (quando disponível) Essas medidas, embora simples, são altamente eficazes para reduzir invasões e acessos não autorizados. Backup e recuperação de dados Por fim, não existe segurança da informação no ERP sem uma política clara de backup. É indispensável garantir: Backups automáticos e frequentes Armazenamento seguro Testes periódicos de restauração Dessa forma, a empresa se protege contra falhas técnicas, ataques cibernéticos e perdas acidentais de dados.     Auditoria no ERP: por que ela é indispensável? Embora muitos gestores associem auditoria apenas ao setor contábil, a verdade é que a auditoria no ERP é um pilar central da governança de dados. Por meio dela, é possível: Identificar acessos indevidos Detectar alterações suspeitas Avaliar falhas de processo Comprovar conformidade com a LGPD Além disso, a auditoria contínua permite uma postura preventiva, em vez de apenas corretiva, o que reduz riscos e aumenta a maturidade digital da empresa. Auditoria interna x auditoria externa Enquanto a auditoria interna ajuda a corrigir processos e melhorar controles, a auditoria externa costuma ser exigida em processos de certificação, fiscalizações ou due diligence. Em ambos os casos, contar com um ERP que ofereça relatórios claros, logs completos e histórico confiável faz toda a diferença. Boas práticas de segurança da informação no ERP Além dos controles técnicos, algumas boas práticas organizacionais fortalecem ainda mais a segurança. Treinamento e conscientização dos usuários De nada adianta um ERP seguro se os usuários não seguem boas práticas. Por isso, é fundamental investir em: Treinamentos periódicos Conscientização sobre phishing e engenharia social Políticas claras de uso do sistema Pessoas bem orientadas reduzem significativamente o risco de incidentes. Atualizações e correções constantes Manter o ERP atualizado é outra prática indispensável. Atualizações frequentes corrigem vulnerabilidades, melhoram a segurança e garantem aderência às mudanças legais. Portanto, trabalhar com um fornecedor que ofereça suporte ativo e evolução contínua é um diferencial estratégico. Governança e documentação Por fim, documentar processos, políticas de acesso e fluxos de dados ajuda não apenas na segurança, mas também na organização interna e na transparência frente à LGPD. Como um ERP bem estruturado apoia a conformidade com a LGPD Quando bem configurado, o ERP se torna um grande aliado da LGPD, pois permite: Mapear dados pessoais Controlar acessos de forma granular Registrar consentimentos e alterações Apoiar respostas a incidentes Assim, a segurança da informação no ERP deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a ser um fator de confiança e credibilidade no mercado. ERP seguro: menos risco, mais controle e previsibilidade Em um cenário cada vez mais digital, investir em segurança da informação no ERP é uma decisão estratégica. Controles mínimos bem definidos, auditorias constantes e boas práticas organizacionais não apenas reduzem riscos, como também fortalecem a governança, a eficiência operacional e a conformidade com a LGPD. Mais do que proteger dados, um ERP seguro protege o futuro da empresa.

    26/01/2026


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  • Churn: o que é, como calcular e como reduzir a perda de clientes

    Por que o churn revela muito mais do que simples cancelamentos Manter clientes ativos é tão importante quanto conquistar novos. No entanto, na prática, muitas empresas só percebem a gravidade do problema quando a base começa a diminuir e, consequentemente, a receita perde previsibilidade. É justamente nesse cenário que o churn ganha relevância, pois passa a funcionar como um verdadeiro termômetro da saúde do negócio. De forma objetiva, churn mostra quantos clientes deixam de comprar ou interrompem o relacionamento com a empresa em um determinado período. Porém, quando analisado com mais profundidade, esse indicador vai muito além da perda em si. Afinal, ele também evidencia falhas em processos internos, atendimento, proposta de valor e experiência do cliente. Por esse motivo, acompanhar o churn deixou de ser apenas uma métrica operacional e passou a ser uma ferramenta estratégica de gestão. O que é churn e por que ele impacta diretamente os resultados De maneira simples, o churn representa a taxa de perda de clientes. Em outras palavras, indica o quanto a empresa consegue — ou não — manter relacionamentos ativos ao longo do tempo. Embora o termo seja frequentemente associado a modelos de negócio recorrentes, como SaaS, na prática, o churn afeta qualquer empresa que dependa de recompra, contratos ou relacionamento contínuo, independentemente do segmento. Além disso, quando a taxa de churn se mantém elevada por longos períodos, os impactos começam a se acumular. Entre os principais, destacam-se: Aumento do custo de aquisição de clientes (CAC); Redução da previsibilidade de receita; Maior dificuldade para crescer de forma sustentável; Pressão constante sobre margens e resultados. Portanto, mais do que acompanhar números isolados, entender o churn é essencial para decisões mais seguras e orientadas por dados. Tipos de churn que sua empresa precisa acompanhar Antes de definir estratégias de retenção, é fundamental compreender que o churn não acontece sempre pelo mesmo motivo. Pelo contrário, ele pode assumir diferentes formas, cada uma exigindo uma abordagem específica. Churn voluntário Nesse caso, o cliente decide sair por conta própria. Geralmente, isso ocorre por insatisfação, falta de valor percebido, problemas recorrentes ou, ainda, pela entrada de concorrentes mais atrativos. Churn involuntário Por outro lado, o churn involuntário está ligado a falhas operacionais. Atrasos de pagamento, erros administrativos ou processos mal estruturados costumam ser os principais gatilhos. Em muitos casos, esse tipo de churn poderia ser evitado com ajustes simples. Churn por desalinhamento Já o churn por desalinhamento acontece quando o cliente nunca foi, de fato, o perfil ideal da solução. Normalmente, isso está relacionado a expectativas mal alinhadas ainda na etapa comercial. Dessa forma, classificar corretamente o churn ajuda a direcionar ações mais assertivas e menos genéricas.     Como calcular a taxa de churn Embora seja simples, o cálculo do churn é extremamente relevante quando acompanhado com frequência. De modo geral, a fórmula mais utilizada é: Taxa de churn (%) = (Clientes perdidos no período ÷ Clientes no início do período) × 100 Exemplo prático Imagine que a empresa iniciou o mês com 400 clientes e, ao longo desse período, perdeu 12: 12 ÷ 400 × 100 = 3% de churn mensal A partir desse acompanhamento mensal, e também em análises trimestrais e anuais, torna-se possível identificar padrões, tendências e impactos diretos de decisões internas. Sinais de alerta que indicam risco de churn Na maioria das situações, o churn não acontece de forma repentina. Pelo contrário, ele costuma ser precedido por sinais claros que, quando ignorados, evoluem para a perda do cliente. Entre os principais, podemos citar: Redução na frequência de compras; Queda no ticket médio; Aumento de reclamações ou demandas não resolvidas; Menor interação com a equipe comercial ou de atendimento; Pendências financeiras recorrentes. Diante disso, agir de forma preventiva deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade. A relação direta entre churn e LTV Ao analisar churn, é fundamental observar outro indicador estratégico: o LTV (Lifetime Value), ou valor do tempo de vida do cliente. De forma geral, o LTV representa quanto um cliente gera de receita para a empresa ao longo de todo o relacionamento. Nesse contexto, churn e LTV estão diretamente conectados. Quanto maior o churn, menor tende a ser o LTV, já que o relacionamento é interrompido mais cedo. Por outro lado, quando a empresa consegue reduzir a perda de clientes e aumentar o tempo de permanência, o LTV cresce de forma natural. Além disso, acompanhar esses dois indicadores em conjunto permite decisões mais inteligentes. Enquanto o churn mostra quem está saindo, o LTV ajuda a entender quanto valor está sendo perdido com cada saída. Dessa forma, a gestão deixa de focar apenas em volume de cancelamentos e passa a priorizar a retenção dos clientes mais estratégicos e rentáveis. Como o ERP contribui para a redução do churn Para que a análise do churn seja realmente eficiente, é fundamental contar com um ERP integrado, capaz de centralizar dados e oferecer uma visão completa do cliente ao longo de toda a jornada. No caso do Yzidro ERP, dashboards e ferramentas nativas de BI permitem acompanhar, de forma contínua, indicadores de retenção, recorrência de compras e comportamento dos clientes. Assim, padrões de risco passam a ser identificados com mais rapidez e clareza. Além disso, como os dados comerciais, financeiros e operacionais estão integrados, fica mais fácil detectar quedas de consumo, atrasos, pendências e outros sinais de alerta que, se não tratados, podem levar ao cancelamento. Somado a isso, recursos como o Assistente de Melhores Práticas e a tratativa de vendas perdidas contribuem para ajustes constantes nos processos internos. Dessa maneira, a gestão do churn deixa de ser baseada apenas em percepção e passa a ser orientada por dados concretos e confiáveis.     Estratégias práticas para reduzir a perda de clientes com apoio do ERP Com informações bem organizadas e acessíveis, algumas ações se tornam naturalmente mais eficazes. Entre elas, destacam-se: Alinhar expectativas desde a venda, evitando frustrações futuras; Monitorar padrões de comportamento ao longo da jornada do cliente; Padronizar processos de atendimento e pós-venda; Utilizar dados históricos para

    27/01/2026
  • Segurança no ERP e LGPD: controles mínimos, auditoria e boas práticas.

    O ERP como ponto central da segurança da informação A segurança da informação no ERP impacta decisões, processos e a própria sustentabilidade da empresa. Afinal, é no ERP que estão concentrados dados financeiros, fiscais, operacionais e, principalmente, informações pessoais protegidas pela LGPD. Nesse cenário, qualquer falha de controle, acesso indevido ou ausência de monitoramento pode gerar não apenas prejuízos financeiros, mas também riscos legais, multas e danos à reputação da organização. Por isso, mais do que escolher um sistema robusto, é fundamental entender quais controles mínimos devem existir, como funciona a auditoria no ERP e quais boas práticas ajudam a manter a conformidade contínua. Ao longo deste artigo, você vai entender como estruturar uma abordagem sólida de segurança da informação no ERP, alinhada às exigências da LGPD e às melhores práticas de governança.   Por que a segurança da informação no ERP é crítica para a LGPD? Antes de tudo, é importante lembrar que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados – Lei nº 13.709/2018) exige que as empresas adotem medidas técnicas e administrativas capazes de proteger dados pessoais contra acessos não autorizados, vazamentos e incidentes. Nesse contexto, o ERP se torna um ponto central de atenção porque: Centraliza dados de clientes, fornecedores e colaboradores Processa informações fiscais e financeiras sensíveis Integra diferentes áreas da empresa em um único ambiente Serve como base para decisões estratégicas Ou seja, se o ERP não for seguro, todo o ecossistema de dados da empresa fica vulnerável. Por isso, investir em segurança da informação no ERP não é apenas uma escolha tecnológica, mas uma exigência legal e operacional. Controles mínimos de segurança que todo ERP deve ter Para atender à LGPD e reduzir riscos, existem controles mínimos que precisam estar bem definidos no ERP. A seguir, destacamos os principais. Controle de acessos por perfil de usuário Em primeiro lugar, é essencial que o ERP permita segregação de funções. Isso significa que cada usuário deve acessar apenas o que é necessário para sua atividade. Por exemplo: O financeiro não deve acessar dados de RH sem justificativa O comercial não precisa alterar cadastros fiscais A produção não deve visualizar informações estratégicas Além disso, o uso de perfis personalizados reduz drasticamente o risco de erros e acessos indevidos. Registro e rastreabilidade de ações (logs) Outro ponto fundamental na segurança da informação no ERP é a rastreabilidade. O sistema deve registrar: Quem acessou O que foi alterado Quando a ação ocorreu Qual dado foi impactado Esses registros, conhecidos como logs de auditoria, são indispensáveis tanto para investigações internas quanto para comprovação de conformidade em auditorias externas. 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Por meio dela, é possível: Identificar acessos indevidos Detectar alterações suspeitas Avaliar falhas de processo Comprovar conformidade com a LGPD Além disso, a auditoria contínua permite uma postura preventiva, em vez de apenas corretiva, o que reduz riscos e aumenta a maturidade digital da empresa. Auditoria interna x auditoria externa Enquanto a auditoria interna ajuda a corrigir processos e melhorar controles, a auditoria externa costuma ser exigida em processos de certificação, fiscalizações ou due diligence. Em ambos os casos, contar com um ERP que ofereça relatórios claros, logs completos e histórico confiável faz toda a diferença. Boas práticas de segurança da informação no ERP Além dos controles técnicos, algumas boas práticas organizacionais fortalecem ainda mais a segurança. Treinamento e conscientização dos usuários De nada adianta um ERP seguro se os usuários não seguem boas práticas. Por isso, é fundamental investir em: Treinamentos periódicos Conscientização sobre phishing e engenharia social Políticas claras de uso do sistema Pessoas bem orientadas reduzem significativamente o risco de incidentes. Atualizações e correções constantes Manter o ERP atualizado é outra prática indispensável. Atualizações frequentes corrigem vulnerabilidades, melhoram a segurança e garantem aderência às mudanças legais. Portanto, trabalhar com um fornecedor que ofereça suporte ativo e evolução contínua é um diferencial estratégico. Governança e documentação Por fim, documentar processos, políticas de acesso e fluxos de dados ajuda não apenas na segurança, mas também na organização interna e na transparência frente à LGPD. Como um ERP bem estruturado apoia a conformidade com a LGPD Quando bem configurado, o ERP se torna um grande aliado da LGPD, pois permite: Mapear dados pessoais Controlar acessos de forma granular Registrar consentimentos e alterações Apoiar respostas a incidentes Assim, a segurança da informação no ERP deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a ser um fator de confiança e credibilidade no mercado. ERP seguro: menos risco, mais controle e previsibilidade Em um cenário cada vez mais digital, investir em segurança da informação no ERP é uma decisão estratégica. Controles mínimos bem definidos, auditorias constantes e boas práticas organizacionais não apenas reduzem riscos, como também fortalecem a governança, a eficiência operacional e a conformidade com a LGPD. Mais do que proteger dados, um ERP seguro protege o futuro da empresa.

    26/01/2026
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