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Soluções integradas para otimizar seus processos
e aumentar a produtividade.

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Nosso sistema possui um layout prático, moderno e intuitivo, garantindo ao usuário maior agilidade e produtividade nas operações diárias. Aumente a eficiência e simplifique suas tarefas com facilidade.

Sistema ERP

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Sistema ERP Integrado

Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.

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Sistema ERP Integrado

Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

Business Intelligence

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  • Como Reduzir Custos na Indústria com Análise de Dados e Indicadores Estratégicos

    Redução de custos na indústria: decisão estratégica baseada em dados Reduzir despesas operacionais não significa simplesmente cortar gastos. Pelo contrário, significa aumentar eficiência, eliminar desperdícios e tomar decisões com base em informações confiáveis. Nesse sentido, a redução de custos na indústria deixa de ser uma ação pontual e passa a ser um processo contínuo, estruturado e orientado por dados. De acordo com a Bain & Company, organizações que aplicam análise preditiva conseguem reduzir desperdícios operacionais em até 25%, especialmente quando utilizam dados históricos para antecipar falhas e ineficiências.Fonte: https://www.bain.com/insights/analytics-the-key-to-unlocking-value/ Portanto, mais do que medir resultados, torna-se essencial antecipar problemas e agir antes que eles comprometam a margem. Indicadores de produção: visibilidade para agir no momento certo Antes de qualquer intervenção, é indispensável identificar onde estão os gargalos. Para isso, os indicadores de desempenho industrial oferecem clareza operacional e direcionamento estratégico. Entre os principais indicadores, destacam-se: Produtividade por turno Taxa de retrabalho Índice de refugo Custo por unidade produzida Tempo de ciclo Quando esses dados estão integrados ao ERP, a gestão passa a acompanhar a operação em tempo real. Dessa forma, desvios deixam de ser percebidos apenas no fechamento mensal e passam a ser corrigidos imediatamente. Além disso, decisões tornam-se mais rápidas, objetivas e alinhadas à realidade da fábrica. Consequentemente, a redução de custos na indústria deixa de depender de cortes emergenciais e passa a ser resultado de ajustes contínuos e inteligentes. OEE: identificando perdas que passam despercebidas Entre os indicadores mais relevantes, o OEE (Eficiência Global do Equipamento) merece atenção especial, pois revela perdas que, muitas vezes, não aparecem nos relatórios tradicionais. O cálculo considera três dimensões fundamentais: Disponibilidade Performance Qualidade Ao cruzar essas variáveis, a indústria consegue enxergar microparadas, quedas de rendimento e falhas de qualidade que, somadas, impactam significativamente os custos. Além disso, ao monitorar o OEE por máquina e por turno, torna-se possível comparar desempenhos e identificar padrões. Manutenção preditiva: prevenindo perdas antes que aconteçam Paradas inesperadas figuram entre os maiores custos ocultos da indústria. No entanto, com o apoio da análise de dados na indústria, é possível migrar do modelo corretivo para o modelo preditivo. A manutenção preditiva utiliza: Histórico de falhas Tempo de operação Desempenho de componentes Registros técnicos e sensores Com essas informações consolidadas no ERP, o sistema consegue sinalizar o momento ideal para manutenção. Dessa maneira, evitam-se tanto quebras inesperadas quanto trocas desnecessárias. Além de reduzir custos diretos, essa prática aumenta a previsibilidade da produção e melhora o planejamento industrial.     Curva ABC: priorização inteligente de recursos Nem todos os produtos, insumos ou clientes impactam o resultado da mesma forma. Por isso, aplicar a Curva ABC é uma decisão estratégica para direcionar esforços. De modo geral: Classe A concentra poucos itens com alto impacto financeiro Classe B representa impacto intermediário Classe C envolve muitos itens com baixo impacto individual Ao integrar essa análise ao ERP, a gestão consegue priorizar negociações, ajustar estoques críticos e focar naquilo que realmente influencia o caixa. Além disso, a Curva ABC evita desperdício de energia gerencial com itens de baixa relevância estratégica. Assim, a redução de custos na indústria passa a ser guiada por prioridade e não por suposição. Integração de dados: o papel decisivo do ERP Planilhas isoladas até podem gerar relatórios, porém dificilmente sustentam ganhos consistentes. Em contrapartida, quando produção, estoque, compras e manutenção estão integrados em um único sistema, a empresa ganha visão sistêmica. Um ERP industrial permite: Monitoramento em tempo real Consolidação automática de custos Rastreabilidade de processos Controle de desperdícios Apoio estratégico à decisão Além disso, a integração reduz retrabalho administrativo, minimiza erros manuais e aumenta a confiabilidade das informações. Como resultado, a gestão consegue agir com rapidez e segurança. Dessa maneira, a redução de custos na indústria deixa de ser um projeto isolado e passa a ser parte da cultura organizacional. Redução de custos na indústria como vantagem competitiva Empresas orientadas por dados não apenas reduzem despesas. Ao mesmo tempo, aumentam previsibilidade, fortalecem margens e elevam competitividade. Enquanto modelos tradicionais reagem a problemas após o prejuízo ocorrer, organizações que utilizam indicadores estratégicos antecipam cenários e agem preventivamente. Consequentemente, constroem uma operação mais resiliente e eficiente. Em resumo, a redução de custos na indústria depende menos de cortes e mais de inteligência aplicada. Quanto maior a capacidade de analisar dados, maior será a capacidade de transformar eficiência em lucro.

    25/02/2026
  • Sistema de gestão por módulos (ERP modular): como evoluir sem substituir todo o sistema

    A decisão de trocar um sistema de gestão costuma gerar insegurança. Afinal, estamos falando do coração da empresa: financeiro, estoque, faturamento, compras, produção e vendas passam por ali todos os dias. No entanto, nem sempre é necessário substituir tudo de uma vez. Em muitos casos, o caminho mais inteligente é adotar um ERP modular, evoluindo por etapas, com menos risco e maior controle. Essa abordagem, conhecida como modelo “componível”, parte de um princípio simples: em vez de interromper toda a operação para implantar um sistema totalmente novo, a empresa fortalece sua estrutura atual com novos módulos e integrações estratégicas. Assim, o crescimento acontece de forma planejada, sustentável e alinhada às prioridades do negócio.   O que é um ERP modular na prática? Um ERP modular é um sistema de gestão empresarial estruturado por blocos funcionais independentes, porém integrados. Isso significa que a empresa pode ativar, expandir ou integrar novos módulos conforme suas necessidades evoluem. Na prática, em vez de realizar uma troca completa do sistema, a organização pode: Implementar primeiro o módulo financeiro; Em seguida, integrar estoque e faturamento; Posteriormente, adicionar produção, logística ou controle fiscal; E, além disso, conectar ferramentas externas como BI ou automação comercial. Dessa forma, a empresa mantém a base estável enquanto aprimora áreas estratégicas. Consequentemente, o risco operacional diminui e o retorno sobre o investimento tende a ser mais rápido. Quando integrar módulos é melhor do que trocar tudo? Existem situações claras em que a evolução modular faz mais sentido do que uma substituição total: 1. Quando o sistema atual ainda atende parte das necessidades Se o ERP já utilizado é estável e cobre processos essenciais, porém carece de recursos específicos, a integração de novos módulos pode resolver lacunas sem causar ruptura. Por exemplo, muitas empresas possuem um bom controle financeiro, mas precisam melhorar: Análise de dados gerenciais; Integração com transportadoras; Automação da força de vendas; Controle de produção mais detalhado. Nesses casos, integrar módulos ao invés de substituir tudo preserva o que já funciona bem. 2. Quando o risco operacional é alto Trocar todo o sistema de uma vez pode gerar: Interrupções na operação; Curva de aprendizado acentuada; Resistência da equipe; Possíveis falhas na migração de dados. Por outro lado, com um ERP modular, a implantação ocorre por etapas. Assim, a equipe se adapta gradualmente, os testes são mais controlados e os impactos são diluídos ao longo do tempo. 3. Quando a empresa está em crescimento Empresas em expansão frequentemente enfrentam novos desafios: aumento de pedidos, múltiplos canais de venda, maior complexidade fiscal e logística mais estruturada. Nesse cenário, a integração de módulos no ERP permite acompanhar o crescimento de forma escalonada. Primeiro organiza-se a base; depois, aprimoram-se os processos mais críticos.     BI integrado: decisões baseadas em dados reais Outro avanço importante ocorre quando o sistema de gestão empresarial integrado se conecta a ferramentas de análise de dados. Com a integração ao BI, torna-se possível: Acompanhar indicadores de desempenho em tempo real; Avaliar margem por produto ou cliente; Monitorar giro de estoque; Identificar gargalos operacionais. Dessa maneira, a gestão deixa de ser baseada apenas em percepção e passa a se apoiar em informações consolidadas. Consequentemente, as decisões se tornam mais estratégicas e menos reativas. Automação comercial: integração que acelera vendas A área comercial também ganha eficiência quando o ERP modular se conecta a ferramentas de automação. Por exemplo: Pedidos lançados pela equipe de vendas já entram no sistema; Limites de crédito são verificados automaticamente; Condições comerciais seguem regras pré-definidas; O faturamento ocorre com menos intervenção manual. Assim, reduz-se o erro humano, agiliza-se o processo e aumenta-se a produtividade da equipe. Além disso, a integração melhora a comunicação entre vendas, financeiro e estoque. Menos risco, mais agilidade Ao adotar um ERP modular, a empresa não apenas distribui investimentos ao longo do tempo, como também ganha flexibilidade estratégica. Primeiramente, a implantação por fases permite ajustes rápidos. Caso algo precise ser adaptado, a mudança ocorre em um módulo específico, sem comprometer toda a estrutura. Em segundo lugar, a empresa pode priorizar o que gera mais retorno imediato. Por exemplo, se o maior problema está na ruptura de estoque, inicia-se pela integração logística. Se o desafio é rentabilidade, prioriza-se o BI. Portanto, a abordagem modular oferece equilíbrio entre estabilidade e inovação. O papel estratégico do ERP na evolução do negócio Mais do que um sistema operacional, o ERP deve funcionar como plataforma de crescimento. E, justamente por isso, a possibilidade de integrar novos recursos ao longo do tempo torna-se um diferencial competitivo. Empresas que optam por evoluir de forma estruturada conseguem: Reduzir impactos financeiros abruptos; Minimizar riscos de paralisação; Engajar melhor as equipes; Adaptar-se com rapidez às mudanças do mercado. Em vez de esperar o sistema “quebrar” para então substituí-lo, a organização passa a fortalecer sua gestão continuamente. Evoluir por módulos pode ser a decisão mais inteligente Trocar todo o sistema pode parecer, à primeira vista, a solução mais completa. No entanto, em muitos cenários, a escolha mais estratégica é adotar um ERP modular, evoluindo por integrações planejadas e sustentáveis. Ao integrar BI e automação comercial, a empresa amplia sua capacidade de gestão sem comprometer a operação. Além disso, ganha agilidade, reduz riscos e constrói uma base sólida para crescer. Em resumo, evoluir por módulos não significa fazer menos. Pelo contrário: significa fazer melhor, no tempo certo e com controle.

    24/02/2026


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  • Como Reduzir Custos na Indústria com Análise de Dados e Indicadores Estratégicos

    Redução de custos na indústria: decisão estratégica baseada em dados Reduzir despesas operacionais não significa simplesmente cortar gastos. Pelo contrário, significa aumentar eficiência, eliminar desperdícios e tomar decisões com base em informações confiáveis. Nesse sentido, a redução de custos na indústria deixa de ser uma ação pontual e passa a ser um processo contínuo, estruturado e orientado por dados. De acordo com a Bain & Company, organizações que aplicam análise preditiva conseguem reduzir desperdícios operacionais em até 25%, especialmente quando utilizam dados históricos para antecipar falhas e ineficiências.Fonte: https://www.bain.com/insights/analytics-the-key-to-unlocking-value/ Portanto, mais do que medir resultados, torna-se essencial antecipar problemas e agir antes que eles comprometam a margem. Indicadores de produção: visibilidade para agir no momento certo Antes de qualquer intervenção, é indispensável identificar onde estão os gargalos. Para isso, os indicadores de desempenho industrial oferecem clareza operacional e direcionamento estratégico. Entre os principais indicadores, destacam-se: Produtividade por turno Taxa de retrabalho Índice de refugo Custo por unidade produzida Tempo de ciclo Quando esses dados estão integrados ao ERP, a gestão passa a acompanhar a operação em tempo real. Dessa forma, desvios deixam de ser percebidos apenas no fechamento mensal e passam a ser corrigidos imediatamente. Além disso, decisões tornam-se mais rápidas, objetivas e alinhadas à realidade da fábrica. Consequentemente, a redução de custos na indústria deixa de depender de cortes emergenciais e passa a ser resultado de ajustes contínuos e inteligentes. OEE: identificando perdas que passam despercebidas Entre os indicadores mais relevantes, o OEE (Eficiência Global do Equipamento) merece atenção especial, pois revela perdas que, muitas vezes, não aparecem nos relatórios tradicionais. O cálculo considera três dimensões fundamentais: Disponibilidade Performance Qualidade Ao cruzar essas variáveis, a indústria consegue enxergar microparadas, quedas de rendimento e falhas de qualidade que, somadas, impactam significativamente os custos. Além disso, ao monitorar o OEE por máquina e por turno, torna-se possível comparar desempenhos e identificar padrões. Manutenção preditiva: prevenindo perdas antes que aconteçam Paradas inesperadas figuram entre os maiores custos ocultos da indústria. No entanto, com o apoio da análise de dados na indústria, é possível migrar do modelo corretivo para o modelo preditivo. A manutenção preditiva utiliza: Histórico de falhas Tempo de operação Desempenho de componentes Registros técnicos e sensores Com essas informações consolidadas no ERP, o sistema consegue sinalizar o momento ideal para manutenção. Dessa maneira, evitam-se tanto quebras inesperadas quanto trocas desnecessárias. Além de reduzir custos diretos, essa prática aumenta a previsibilidade da produção e melhora o planejamento industrial.     Curva ABC: priorização inteligente de recursos Nem todos os produtos, insumos ou clientes impactam o resultado da mesma forma. Por isso, aplicar a Curva ABC é uma decisão estratégica para direcionar esforços. De modo geral: Classe A concentra poucos itens com alto impacto financeiro Classe B representa impacto intermediário Classe C envolve muitos itens com baixo impacto individual Ao integrar essa análise ao ERP, a gestão consegue priorizar negociações, ajustar estoques críticos e focar naquilo que realmente influencia o caixa. Além disso, a Curva ABC evita desperdício de energia gerencial com itens de baixa relevância estratégica. Assim, a redução de custos na indústria passa a ser guiada por prioridade e não por suposição. Integração de dados: o papel decisivo do ERP Planilhas isoladas até podem gerar relatórios, porém dificilmente sustentam ganhos consistentes. Em contrapartida, quando produção, estoque, compras e manutenção estão integrados em um único sistema, a empresa ganha visão sistêmica. Um ERP industrial permite: Monitoramento em tempo real Consolidação automática de custos Rastreabilidade de processos Controle de desperdícios Apoio estratégico à decisão Além disso, a integração reduz retrabalho administrativo, minimiza erros manuais e aumenta a confiabilidade das informações. Como resultado, a gestão consegue agir com rapidez e segurança. Dessa maneira, a redução de custos na indústria deixa de ser um projeto isolado e passa a ser parte da cultura organizacional. Redução de custos na indústria como vantagem competitiva Empresas orientadas por dados não apenas reduzem despesas. Ao mesmo tempo, aumentam previsibilidade, fortalecem margens e elevam competitividade. Enquanto modelos tradicionais reagem a problemas após o prejuízo ocorrer, organizações que utilizam indicadores estratégicos antecipam cenários e agem preventivamente. Consequentemente, constroem uma operação mais resiliente e eficiente. Em resumo, a redução de custos na indústria depende menos de cortes e mais de inteligência aplicada. Quanto maior a capacidade de analisar dados, maior será a capacidade de transformar eficiência em lucro.

    25/02/2026
  • Sistema de gestão por módulos (ERP modular): como evoluir sem substituir todo o sistema

    A decisão de trocar um sistema de gestão costuma gerar insegurança. Afinal, estamos falando do coração da empresa: financeiro, estoque, faturamento, compras, produção e vendas passam por ali todos os dias. No entanto, nem sempre é necessário substituir tudo de uma vez. Em muitos casos, o caminho mais inteligente é adotar um ERP modular, evoluindo por etapas, com menos risco e maior controle. Essa abordagem, conhecida como modelo “componível”, parte de um princípio simples: em vez de interromper toda a operação para implantar um sistema totalmente novo, a empresa fortalece sua estrutura atual com novos módulos e integrações estratégicas. Assim, o crescimento acontece de forma planejada, sustentável e alinhada às prioridades do negócio.   O que é um ERP modular na prática? Um ERP modular é um sistema de gestão empresarial estruturado por blocos funcionais independentes, porém integrados. Isso significa que a empresa pode ativar, expandir ou integrar novos módulos conforme suas necessidades evoluem. Na prática, em vez de realizar uma troca completa do sistema, a organização pode: Implementar primeiro o módulo financeiro; Em seguida, integrar estoque e faturamento; Posteriormente, adicionar produção, logística ou controle fiscal; E, além disso, conectar ferramentas externas como BI ou automação comercial. Dessa forma, a empresa mantém a base estável enquanto aprimora áreas estratégicas. Consequentemente, o risco operacional diminui e o retorno sobre o investimento tende a ser mais rápido. Quando integrar módulos é melhor do que trocar tudo? Existem situações claras em que a evolução modular faz mais sentido do que uma substituição total: 1. Quando o sistema atual ainda atende parte das necessidades Se o ERP já utilizado é estável e cobre processos essenciais, porém carece de recursos específicos, a integração de novos módulos pode resolver lacunas sem causar ruptura. Por exemplo, muitas empresas possuem um bom controle financeiro, mas precisam melhorar: Análise de dados gerenciais; Integração com transportadoras; Automação da força de vendas; Controle de produção mais detalhado. Nesses casos, integrar módulos ao invés de substituir tudo preserva o que já funciona bem. 2. Quando o risco operacional é alto Trocar todo o sistema de uma vez pode gerar: Interrupções na operação; Curva de aprendizado acentuada; Resistência da equipe; Possíveis falhas na migração de dados. Por outro lado, com um ERP modular, a implantação ocorre por etapas. Assim, a equipe se adapta gradualmente, os testes são mais controlados e os impactos são diluídos ao longo do tempo. 3. Quando a empresa está em crescimento Empresas em expansão frequentemente enfrentam novos desafios: aumento de pedidos, múltiplos canais de venda, maior complexidade fiscal e logística mais estruturada. Nesse cenário, a integração de módulos no ERP permite acompanhar o crescimento de forma escalonada. Primeiro organiza-se a base; depois, aprimoram-se os processos mais críticos.     BI integrado: decisões baseadas em dados reais Outro avanço importante ocorre quando o sistema de gestão empresarial integrado se conecta a ferramentas de análise de dados. Com a integração ao BI, torna-se possível: Acompanhar indicadores de desempenho em tempo real; Avaliar margem por produto ou cliente; Monitorar giro de estoque; Identificar gargalos operacionais. Dessa maneira, a gestão deixa de ser baseada apenas em percepção e passa a se apoiar em informações consolidadas. Consequentemente, as decisões se tornam mais estratégicas e menos reativas. Automação comercial: integração que acelera vendas A área comercial também ganha eficiência quando o ERP modular se conecta a ferramentas de automação. Por exemplo: Pedidos lançados pela equipe de vendas já entram no sistema; Limites de crédito são verificados automaticamente; Condições comerciais seguem regras pré-definidas; O faturamento ocorre com menos intervenção manual. Assim, reduz-se o erro humano, agiliza-se o processo e aumenta-se a produtividade da equipe. Além disso, a integração melhora a comunicação entre vendas, financeiro e estoque. Menos risco, mais agilidade Ao adotar um ERP modular, a empresa não apenas distribui investimentos ao longo do tempo, como também ganha flexibilidade estratégica. Primeiramente, a implantação por fases permite ajustes rápidos. Caso algo precise ser adaptado, a mudança ocorre em um módulo específico, sem comprometer toda a estrutura. Em segundo lugar, a empresa pode priorizar o que gera mais retorno imediato. Por exemplo, se o maior problema está na ruptura de estoque, inicia-se pela integração logística. Se o desafio é rentabilidade, prioriza-se o BI. Portanto, a abordagem modular oferece equilíbrio entre estabilidade e inovação. O papel estratégico do ERP na evolução do negócio Mais do que um sistema operacional, o ERP deve funcionar como plataforma de crescimento. E, justamente por isso, a possibilidade de integrar novos recursos ao longo do tempo torna-se um diferencial competitivo. Empresas que optam por evoluir de forma estruturada conseguem: Reduzir impactos financeiros abruptos; Minimizar riscos de paralisação; Engajar melhor as equipes; Adaptar-se com rapidez às mudanças do mercado. Em vez de esperar o sistema “quebrar” para então substituí-lo, a organização passa a fortalecer sua gestão continuamente. Evoluir por módulos pode ser a decisão mais inteligente Trocar todo o sistema pode parecer, à primeira vista, a solução mais completa. No entanto, em muitos cenários, a escolha mais estratégica é adotar um ERP modular, evoluindo por integrações planejadas e sustentáveis. Ao integrar BI e automação comercial, a empresa amplia sua capacidade de gestão sem comprometer a operação. Além disso, ganha agilidade, reduz riscos e constrói uma base sólida para crescer. Em resumo, evoluir por módulos não significa fazer menos. Pelo contrário: significa fazer melhor, no tempo certo e com controle.

    24/02/2026
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