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Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.
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Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

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IBS e CBS 2026: o que sua empresa precisa fazer agora para atravessar a Reforma Tributária com segurança
No dia 23 de dezembro de 2025, o Diário Oficial da União publicou o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025, que estabelece as obrigações acessórias relacionadas ao IBS e CBS 2026 para o início da implementação da Reforma Tributária. A partir dessa publicação, portanto, o IBS e a CBS passam a integrar a rotina fiscal das empresas já em 2026, ainda que inicialmente em caráter informativo. Embora 2026 funcione como um período de transição, é importante destacar que os empresários não devem interpretar esse momento como opcional. Pelo contrário, essa fase exige organização antecipada, revisão de processos fiscais e atualização dos sistemas de gestão. Quem se preparar desde agora terá mais previsibilidade e segurança operacional. Por outro lado, empresas que adiarem os ajustes poderão enfrentar dificuldades estruturais no futuro, inclusive riscos de inconsistências fiscais e possíveis penalidades quando a fiscalização começar a exigir conformidade plena. Diante desse cenário, neste artigo você entenderá o que muda com o IBS e CBS 2026, quais empresas são mais impactadas neste primeiro momento e, principalmente, quais medidas sua empresa deve tomar agora para evitar riscos fiscais. O que muda, na prática, com o IBS e CBS 2026? O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 define quais documentos fiscais eletrônicos alimentarão o novo sistema tributário e, além disso, estabelece as obrigações acessórias relacionadas à apuração do IBS e da CBS. Além disso, o ato determina que as regras entram em vigor em 1º de janeiro de 2026. A partir dessa data, as empresas passam a registrar as informações necessárias para a apuração informativa desses tributos. Isso significa que, mesmo antes da cobrança efetiva, as empresas precisarão ajustar seus sistemas fiscais e processos internos. Assim, será possível garantir que os dados estejam corretos desde a primeira emissão de documentos fiscais em 2026. Sem penalidades iniciais, mas com obrigação de informar O Art. 3º do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 determina que não haverá aplicação de penalidades pela ausência de preenchimento dos campos do IBS e da CBS nos documentos fiscais até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação da parte comum dos regulamentos desses tributos. Nesse contexto, vale destacar um ponto importante envolvendo a Lei Complementar nº 227/2026, publicada em 14 de janeiro de 2026, que trata da estrutura do Comitê Gestor do IBS. A interpretação prática do mercado considera que esse marco normativo conduz ao dia 1º de abril de 2026 como referência para o encerramento do período inicial de adaptação. Contudo, é importante observar que ainda existem discussões jurídicas sobre esse entendimento. Isso ocorre porque a Lei Complementar é uma norma legal e não necessariamente um regulamento técnico do IBS e da CBS, o que gera debates sobre qual ato normativo efetivamente inicia a contagem do prazo previsto no Ato Conjunto. Mesmo diante dessa discussão interpretativa, de modo geral, o entendimento predominante é que o período inicial de adaptação se encerra em 31 de março de 2026, iniciando-se, portanto, uma nova etapa operacional a partir de abril. Além disso, o próprio ato estabelece que a apuração do IBS e da CBS em 2026 ocorre apenas em caráter informativo, desde que, naturalmente, as empresas cumpram todas as obrigações acessórias previstas. Ou seja, na prática, ainda que não exista cobrança financeira imediata, o Fisco passará a receber dados fiscais estruturados desde o início da implementação. Por que 2026 não é um “ano de teste”? Muitos empresários podem interpretar a ausência inicial de penalidades como um período de testes. Entretanto, essa leitura pode gerar um risco estratégico relevante. Desde o início de 2026, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS começam a consolidar dados fiscais das operações realizadas pelas empresas. Isso significa que inconsistências cadastrais, erros de parametrização fiscal ou divergências nas informações enviadas poderão ser identificadas posteriormente. Portanto, o risco não está apenas nas possíveis penalidades fiscais ou administrativas. Na realidade, o risco está principalmente na desorganização estrutural da gestão fiscal da empresa, que poderá gerar retrabalho contábil, ajustes retroativos e exposição a fiscalizações futuras. Empresas que ignorarem essa fase de preparação, consequentemente, podem enfrentar dificuldades muito maiores quando a cobrança efetiva dos tributos começar. Quais documentos fiscais passam a integrar a base do IBS e CBS 2026? O Art. 2º do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 lista diversos documentos fiscais eletrônicos que passam a alimentar a base de dados da apuração do IBS e da CBS. Entre eles estão: NF-e – Nota Fiscal Eletrônica NFC-e – Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica NFS-e – Nota Fiscal de Serviços Eletrônica CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico MDF-e – Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Além desses, também serão instituídos novos documentos ao longo da implementação da Reforma Tributária, como: NFAg – Nota Fiscal de Água e Saneamento Eletrônica NFGas – Nota Fiscal Eletrônica do Gás Na prática, isso significa que diversos setores da economia serão impactados, entre eles varejo, atacado, transporte e prestação de serviços. Assim, se sua empresa atua como: lojista (NFC-e) atacadista ou indústria (NF-e) transportadora (CT-e) prestadora de serviços (NFS-e) então é fundamental garantir que o sistema de gestão esteja preparado para lidar com essas novas exigências. Nesse cenário, contar com um ERP preparado para a Reforma Tributária, como o Yzidro ERP, pode fazer toda a diferença na organização fiscal da empresa. O que sua empresa deve fazer agora Diante desse cenário, algumas ações se tornam indispensáveis para evitar riscos fiscais e operacionais. Outro ponto importante envolve os regimes tributários. Em 2026, os impactos iniciais recaem principalmente sobre empresas do Regime Normal, que já precisam realizar a apuração informativa dos tributos. No caso do Simples Nacional, a participação no modelo do IBS e da CBS é opcional neste primeiro momento. No entanto, a partir de 2027, tanto empresas do regime normal quanto do Simples Nacional passam a operar com os novos tributos de forma efetiva, conforme previsto no cronograma da Reforma Tributária e nas normas técnicas relacionadas. 1️⃣ Atualizar o ERP A primeira medida é garantir que o sistema de gestão esteja preparado para lidar com os novos campos fiscais relacionados ao
09/03/2026Planejamento de controle de produção: como organizar a indústria e aumentar a eficiência operacional
O que é planejamento de controle de produção e por que ele é essencial O planejamento de controle de produção é o conjunto de práticas responsáveis por organizar, programar e monitorar todas as etapas produtivas dentro de uma indústria. Em outras palavras, ele define o que produzir, quando produzir, quanto produzir e quais recursos utilizar. Sem esse planejamento, a produção tende a se tornar reativa. Ou seja, decisões passam a ser tomadas apenas quando os problemas já surgiram. Como consequência, surgem atrasos, desperdícios de matéria-prima e dificuldades para cumprir prazos de entrega. Por outro lado, quando o planejamento é estruturado corretamente, a empresa passa a ter maior previsibilidade operacional. Assim, os gestores conseguem equilibrar demanda, capacidade produtiva e disponibilidade de insumos. Além disso, o planejamento de controle de produção permite alinhar diferentes áreas da empresa, como compras, estoque, vendas e logística. Dessa forma, toda a operação passa a trabalhar de maneira integrada. Os principais pilares do planejamento de controle de produção Para que o planejamento de controle de produção funcione de forma eficiente, algumas etapas precisam ser estruturadas dentro da rotina industrial. Previsão de demanda Antes de definir o ritmo da produção, é necessário compreender o comportamento da demanda. Portanto, analisar histórico de vendas, sazonalidade e tendências de mercado torna-se fundamental. Quando a previsão é bem construída, a indústria consegue evitar dois cenários comuns: excesso de estoque ou ruptura de produtos. Programação da produção Depois da previsão, entra a etapa de programação produtiva. Nesse momento, a empresa define sequência de ordens de produção, prioridades e capacidade das máquinas. Assim, a indústria passa a produzir de forma mais organizada, reduzindo filas de produção, gargalos e ociosidade de equipamentos. Controle de recursos e insumos Outro ponto importante do planejamento é o controle de matérias-primas e insumos necessários para cada ordem de produção. Quando esse controle não existe, a indústria corre o risco de iniciar processos produtivos sem os materiais necessários. Consequentemente, surgem paradas inesperadas e atrasos na entrega. Por isso, integrar planejamento produtivo com gestão de estoque é uma prática essencial. Monitoramento da produção Além de planejar, também é necessário acompanhar o que realmente acontece na fábrica. Indicadores como produtividade, tempo de máquina, eficiência operacional e índice de retrabalho ajudam os gestores a identificar falhas rapidamente. Dessa maneira, ajustes podem ser realizados antes que o problema se torne maior. Os problemas mais comuns quando não existe planejamento produtivo Muitas indústrias ainda operam com controles manuais ou planilhas isoladas. Embora pareça simples no início, esse modelo gera diversos riscos operacionais. Entre os principais problemas estão: produção desalinhada com a demanda excesso de estoque parado desperdício de matéria-prima dificuldade para cumprir prazos retrabalho e falhas de comunicação Além disso, a falta de planejamento impacta diretamente a rentabilidade da empresa. Segundo estudos da McKinsey, melhorias em planejamento e gestão da produção podem aumentar a eficiência operacional em até 20% em ambientes industriais. Fonte:https://www.mckinsey.com/capabilities/operations/our-insights Como um ERP ajuda no planejamento de controle de produção Com o avanço da transformação digital, muitas indústrias passaram a utilizar sistemas ERP para estruturar o planejamento produtivo. Na prática, o ERP centraliza informações importantes da operação e transforma dados em decisões mais estratégicas. Entre os principais benefícios estão: 1. Integração entre setoresPedidos de venda, estoque e produção passam a conversar entre si. Dessa forma, a programação produtiva se torna mais precisa. 2. Ordens de produção organizadasO sistema permite criar, acompanhar e priorizar ordens de produção com mais controle. 3. Visibilidade da capacidade produtivaGestores conseguem visualizar carga de máquinas, disponibilidade de recursos e gargalos da fábrica. 4. Redução de erros operacionaisComo as informações ficam centralizadas, diminui-se a dependência de controles paralelos e planilhas. Além disso, o ERP facilita a análise de indicadores produtivos, permitindo que decisões sejam tomadas com base em dados reais. Planejamento de produção como diferencial competitivo Hoje, a eficiência operacional deixou de ser apenas uma vantagem e passou a ser uma necessidade para a indústria. Empresas que estruturam corretamente o planejamento de controle de produção conseguem produzir com mais previsibilidade, reduzir desperdícios e responder mais rapidamente às mudanças do mercado. Além disso, processos bem organizados permitem melhorar prazos de entrega, aumentar a produtividade e fortalecer a competitividade da empresa. Portanto, investir em planejamento produtivo não significa apenas organizar a fábrica. Na verdade, significa construir uma operação mais eficiente, previsível e preparada para crescer.
06/03/2026
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IBS e CBS 2026: o que sua empresa precisa fazer agora para atravessar a Reforma Tributária com segurança
No dia 23 de dezembro de 2025, o Diário Oficial da União publicou o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025, que estabelece as obrigações acessórias relacionadas ao IBS e CBS 2026 para o início da implementação da Reforma Tributária. A partir dessa publicação, portanto, o IBS e a CBS passam a integrar a rotina fiscal das empresas já em 2026, ainda que inicialmente em caráter informativo. Embora 2026 funcione como um período de transição, é importante destacar que os empresários não devem interpretar esse momento como opcional. Pelo contrário, essa fase exige organização antecipada, revisão de processos fiscais e atualização dos sistemas de gestão. Quem se preparar desde agora terá mais previsibilidade e segurança operacional. Por outro lado, empresas que adiarem os ajustes poderão enfrentar dificuldades estruturais no futuro, inclusive riscos de inconsistências fiscais e possíveis penalidades quando a fiscalização começar a exigir conformidade plena. Diante desse cenário, neste artigo você entenderá o que muda com o IBS e CBS 2026, quais empresas são mais impactadas neste primeiro momento e, principalmente, quais medidas sua empresa deve tomar agora para evitar riscos fiscais. O que muda, na prática, com o IBS e CBS 2026? O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 define quais documentos fiscais eletrônicos alimentarão o novo sistema tributário e, além disso, estabelece as obrigações acessórias relacionadas à apuração do IBS e da CBS. Além disso, o ato determina que as regras entram em vigor em 1º de janeiro de 2026. A partir dessa data, as empresas passam a registrar as informações necessárias para a apuração informativa desses tributos. Isso significa que, mesmo antes da cobrança efetiva, as empresas precisarão ajustar seus sistemas fiscais e processos internos. Assim, será possível garantir que os dados estejam corretos desde a primeira emissão de documentos fiscais em 2026. Sem penalidades iniciais, mas com obrigação de informar O Art. 3º do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 determina que não haverá aplicação de penalidades pela ausência de preenchimento dos campos do IBS e da CBS nos documentos fiscais até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação da parte comum dos regulamentos desses tributos. Nesse contexto, vale destacar um ponto importante envolvendo a Lei Complementar nº 227/2026, publicada em 14 de janeiro de 2026, que trata da estrutura do Comitê Gestor do IBS. A interpretação prática do mercado considera que esse marco normativo conduz ao dia 1º de abril de 2026 como referência para o encerramento do período inicial de adaptação. Contudo, é importante observar que ainda existem discussões jurídicas sobre esse entendimento. Isso ocorre porque a Lei Complementar é uma norma legal e não necessariamente um regulamento técnico do IBS e da CBS, o que gera debates sobre qual ato normativo efetivamente inicia a contagem do prazo previsto no Ato Conjunto. Mesmo diante dessa discussão interpretativa, de modo geral, o entendimento predominante é que o período inicial de adaptação se encerra em 31 de março de 2026, iniciando-se, portanto, uma nova etapa operacional a partir de abril. Além disso, o próprio ato estabelece que a apuração do IBS e da CBS em 2026 ocorre apenas em caráter informativo, desde que, naturalmente, as empresas cumpram todas as obrigações acessórias previstas. Ou seja, na prática, ainda que não exista cobrança financeira imediata, o Fisco passará a receber dados fiscais estruturados desde o início da implementação. Por que 2026 não é um “ano de teste”? Muitos empresários podem interpretar a ausência inicial de penalidades como um período de testes. Entretanto, essa leitura pode gerar um risco estratégico relevante. Desde o início de 2026, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS começam a consolidar dados fiscais das operações realizadas pelas empresas. Isso significa que inconsistências cadastrais, erros de parametrização fiscal ou divergências nas informações enviadas poderão ser identificadas posteriormente. Portanto, o risco não está apenas nas possíveis penalidades fiscais ou administrativas. Na realidade, o risco está principalmente na desorganização estrutural da gestão fiscal da empresa, que poderá gerar retrabalho contábil, ajustes retroativos e exposição a fiscalizações futuras. Empresas que ignorarem essa fase de preparação, consequentemente, podem enfrentar dificuldades muito maiores quando a cobrança efetiva dos tributos começar. Quais documentos fiscais passam a integrar a base do IBS e CBS 2026? O Art. 2º do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 lista diversos documentos fiscais eletrônicos que passam a alimentar a base de dados da apuração do IBS e da CBS. Entre eles estão: NF-e – Nota Fiscal Eletrônica NFC-e – Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica NFS-e – Nota Fiscal de Serviços Eletrônica CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico MDF-e – Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Além desses, também serão instituídos novos documentos ao longo da implementação da Reforma Tributária, como: NFAg – Nota Fiscal de Água e Saneamento Eletrônica NFGas – Nota Fiscal Eletrônica do Gás Na prática, isso significa que diversos setores da economia serão impactados, entre eles varejo, atacado, transporte e prestação de serviços. Assim, se sua empresa atua como: lojista (NFC-e) atacadista ou indústria (NF-e) transportadora (CT-e) prestadora de serviços (NFS-e) então é fundamental garantir que o sistema de gestão esteja preparado para lidar com essas novas exigências. Nesse cenário, contar com um ERP preparado para a Reforma Tributária, como o Yzidro ERP, pode fazer toda a diferença na organização fiscal da empresa. O que sua empresa deve fazer agora Diante desse cenário, algumas ações se tornam indispensáveis para evitar riscos fiscais e operacionais. Outro ponto importante envolve os regimes tributários. Em 2026, os impactos iniciais recaem principalmente sobre empresas do Regime Normal, que já precisam realizar a apuração informativa dos tributos. No caso do Simples Nacional, a participação no modelo do IBS e da CBS é opcional neste primeiro momento. No entanto, a partir de 2027, tanto empresas do regime normal quanto do Simples Nacional passam a operar com os novos tributos de forma efetiva, conforme previsto no cronograma da Reforma Tributária e nas normas técnicas relacionadas. 1️⃣ Atualizar o ERP A primeira medida é garantir que o sistema de gestão esteja preparado para lidar com os novos campos fiscais relacionados ao
09/03/2026Planejamento de controle de produção: como organizar a indústria e aumentar a eficiência operacional
O que é planejamento de controle de produção e por que ele é essencial O planejamento de controle de produção é o conjunto de práticas responsáveis por organizar, programar e monitorar todas as etapas produtivas dentro de uma indústria. Em outras palavras, ele define o que produzir, quando produzir, quanto produzir e quais recursos utilizar. Sem esse planejamento, a produção tende a se tornar reativa. Ou seja, decisões passam a ser tomadas apenas quando os problemas já surgiram. Como consequência, surgem atrasos, desperdícios de matéria-prima e dificuldades para cumprir prazos de entrega. Por outro lado, quando o planejamento é estruturado corretamente, a empresa passa a ter maior previsibilidade operacional. Assim, os gestores conseguem equilibrar demanda, capacidade produtiva e disponibilidade de insumos. Além disso, o planejamento de controle de produção permite alinhar diferentes áreas da empresa, como compras, estoque, vendas e logística. Dessa forma, toda a operação passa a trabalhar de maneira integrada. Os principais pilares do planejamento de controle de produção Para que o planejamento de controle de produção funcione de forma eficiente, algumas etapas precisam ser estruturadas dentro da rotina industrial. Previsão de demanda Antes de definir o ritmo da produção, é necessário compreender o comportamento da demanda. Portanto, analisar histórico de vendas, sazonalidade e tendências de mercado torna-se fundamental. Quando a previsão é bem construída, a indústria consegue evitar dois cenários comuns: excesso de estoque ou ruptura de produtos. Programação da produção Depois da previsão, entra a etapa de programação produtiva. Nesse momento, a empresa define sequência de ordens de produção, prioridades e capacidade das máquinas. Assim, a indústria passa a produzir de forma mais organizada, reduzindo filas de produção, gargalos e ociosidade de equipamentos. Controle de recursos e insumos Outro ponto importante do planejamento é o controle de matérias-primas e insumos necessários para cada ordem de produção. Quando esse controle não existe, a indústria corre o risco de iniciar processos produtivos sem os materiais necessários. Consequentemente, surgem paradas inesperadas e atrasos na entrega. Por isso, integrar planejamento produtivo com gestão de estoque é uma prática essencial. Monitoramento da produção Além de planejar, também é necessário acompanhar o que realmente acontece na fábrica. Indicadores como produtividade, tempo de máquina, eficiência operacional e índice de retrabalho ajudam os gestores a identificar falhas rapidamente. Dessa maneira, ajustes podem ser realizados antes que o problema se torne maior. Os problemas mais comuns quando não existe planejamento produtivo Muitas indústrias ainda operam com controles manuais ou planilhas isoladas. Embora pareça simples no início, esse modelo gera diversos riscos operacionais. Entre os principais problemas estão: produção desalinhada com a demanda excesso de estoque parado desperdício de matéria-prima dificuldade para cumprir prazos retrabalho e falhas de comunicação Além disso, a falta de planejamento impacta diretamente a rentabilidade da empresa. Segundo estudos da McKinsey, melhorias em planejamento e gestão da produção podem aumentar a eficiência operacional em até 20% em ambientes industriais. Fonte:https://www.mckinsey.com/capabilities/operations/our-insights Como um ERP ajuda no planejamento de controle de produção Com o avanço da transformação digital, muitas indústrias passaram a utilizar sistemas ERP para estruturar o planejamento produtivo. Na prática, o ERP centraliza informações importantes da operação e transforma dados em decisões mais estratégicas. Entre os principais benefícios estão: 1. Integração entre setoresPedidos de venda, estoque e produção passam a conversar entre si. Dessa forma, a programação produtiva se torna mais precisa. 2. Ordens de produção organizadasO sistema permite criar, acompanhar e priorizar ordens de produção com mais controle. 3. Visibilidade da capacidade produtivaGestores conseguem visualizar carga de máquinas, disponibilidade de recursos e gargalos da fábrica. 4. Redução de erros operacionaisComo as informações ficam centralizadas, diminui-se a dependência de controles paralelos e planilhas. Além disso, o ERP facilita a análise de indicadores produtivos, permitindo que decisões sejam tomadas com base em dados reais. Planejamento de produção como diferencial competitivo Hoje, a eficiência operacional deixou de ser apenas uma vantagem e passou a ser uma necessidade para a indústria. Empresas que estruturam corretamente o planejamento de controle de produção conseguem produzir com mais previsibilidade, reduzir desperdícios e responder mais rapidamente às mudanças do mercado. Além disso, processos bem organizados permitem melhorar prazos de entrega, aumentar a produtividade e fortalecer a competitividade da empresa. Portanto, investir em planejamento produtivo não significa apenas organizar a fábrica. Na verdade, significa construir uma operação mais eficiente, previsível e preparada para crescer.
06/03/2026




