As melhores soluções para
a gestão da sua empresa!

Soluções integradas para otimizar seus processos
e aumentar a produtividade.

As melhores soluções para a gestão da sua empresa!

Soluções integradas para otimizar seus processos e aumentar a produtividade.

Nosso sistema possui um layout prático, moderno e intuitivo, garantindo ao usuário maior agilidade e produtividade nas operações diárias. Aumente a eficiência e simplifique suas tarefas com facilidade.

Sistema ERP

Nosso sistema possui um layout prático, moderno e intuitivo, garantindo ao usuário maior agilidade e produtividade nas operações diárias. Aumente a eficiência e simplifique suas tarefas com facilidade.

Sistema ERP
Sistema ERP Integrado

Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.

Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.

Sistema ERP Integrado

Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

Business Intelligence

Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

Business Intelligence


Assista alguns dos nossos cases de sucesso e descubra como transformamos
desafios em resultados extraordinários!

Quer conhecer as novas funcionalidades do Yzidro ERP? Confira nossa Playlist no YouTube! Assista aos vídeos de demonstração e veja como nosso ERP pode transformar a gestão do seu negócio. Clique e confira!

A Domtec oferece diversas ferramentas para tornar o dia a dia do empreendedor muito mais produtivo. Veja ao lado algumas ferramentas.

cloud erp

Sistema na Nuvem

business intelligence

Business Intelligence

SOBRE A DOMTEC

Buscamos aumentar a produtividade de nossos clientes através de ferramentas inovadoras e de fácil utilização.

0

Clientes Satisfeitos

0

Anos de Experiência

0

Acessos Simultâneos

Fique por dentro de todas as novidades do seu segmento por meio do conteúdo que separamos para você!

  • Indicadores de desempenho: os KPIs essenciais para indústria e distribuição

    O que realmente move resultados nas empresas Nem sempre o crescimento de uma empresa está ligado, exclusivamente, ao aumento de vendas. Pelo contrário, em muitos casos, ele está diretamente relacionado à capacidade de medir, entender e, sobretudo, otimizar o que já acontece dentro da operação. Nesse sentido, os indicadores de desempenho (KPIs) deixam de ser apenas números em relatórios e passam, gradualmente, a ocupar um papel estratégico. Afinal, são eles que mostram, com clareza, onde a empresa ganha eficiência, onde perde dinheiro e, além disso, onde existem oportunidades reais de melhoria. Para indústrias e distribuidoras, essa análise se torna ainda mais relevante. Isso porque a operação envolve múltiplas etapas interdependentes, desde a produção até a entrega final e, portanto, qualquer falha em um ponto tende a impactar toda a cadeia. O que são KPIs e por que eles são essenciais De forma prática, KPIs (Key Performance Indicators) são métricas utilizadas para avaliar o desempenho de processos, setores ou até mesmo da empresa como um todo. Em outras palavras, funcionam como um painel de controle. Ou seja, permitem que o gestor acompanhe o que está funcionando bem, identifique desvios com mais rapidez e, consequentemente, tome decisões baseadas em dados. Além disso, segundo o Sebrae, empresas que utilizam indicadores de desempenho conseguem melhorar significativamente sua gestão, justamente porque passam a ter mais previsibilidade e controle sobre os resultados. Fonte: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/indicadores-de-desempenho KPIs de produção e qualidade (foco industrial) Quando falamos de indústria, produtividade e qualidade precisam caminhar juntas. Caso contrário, o crescimento não se sustenta no longo prazo. OEE (Eficiência Global dos Equipamentos) Esse indicador mede o nível real de aproveitamento das máquinas, considerando, simultaneamente, disponibilidade, performance e qualidade. Dessa forma, quanto maior o OEE, maior tende a ser a eficiência da operação como um todo. Taxa de defeitos ou refugo Esse KPI indica o percentual de produtos que não atendem aos padrões exigidos. Além disso, ele ajuda a identificar falhas recorrentes no processo produtivo, permitindo ajustes mais rápidos e assertivos. MTBF (Tempo médio entre falhas) Esse indicador mostra o tempo médio entre falhas dos equipamentos. Portanto, quanto maior esse intervalo, mais confiável tende a ser o maquinário. Consequentemente, há menos paradas inesperadas e maior estabilidade operacional. Lead time de produção Refere-se ao tempo total entre o início da produção e a finalização do produto. Nesse contexto, reduzir o lead time significa ganhar agilidade, melhorar prazos e, ao mesmo tempo, aumentar a competitividade. KPIs de logística e distribuição Já no cenário da distribuição, o desempenho logístico impacta diretamente tanto os custos quanto a experiência do cliente. OTIF (On Time In Full) Esse indicador mede a porcentagem de pedidos entregues no prazo e sem erros. Ou seja, avalia, simultaneamente, pontualidade e precisão, dois fatores críticos para a satisfação do cliente. Tempo de ciclo do pedido Representa o tempo entre a realização do pedido e a entrega final. Quanto menor esse ciclo, maior será a eficiência da operação e, consequentemente, melhor será a percepção do cliente. Custo de transporte sobre faturamento Esse KPI mostra quanto o frete representa dentro da receita da empresa. Assim, torna-se possível identificar excessos, rever contratos e, eventualmente, otimizar rotas. Acuracidade de estoque Esse indicador compara o estoque físico com o registrado no sistema. Quando há divergências, surgem problemas como vendas perdidas, retrabalho e falhas no planejamento. Portanto, manter alta acuracidade é fundamental. KPIs de estoque e compras Uma gestão eficiente de estoque não apenas melhora a operação, mas também impacta diretamente o fluxo de caixa. Giro de estoque Indica quantas vezes o estoque é renovado em determinado período. De modo geral, um giro mais alto sugere melhor aproveitamento do capital investido. Ruptura de estoque Aponta a frequência com que produtos ficam indisponíveis mesmo havendo demanda. Nesse caso, além de afetar as vendas, também compromete a confiança do cliente. CMV (Custo de Mercadorias Vendidas) Esse indicador mostra o custo direto dos produtos vendidos. Portanto, ele é essencial para entender a margem e, ao mesmo tempo, controlar a lucratividade. KPIs comerciais e financeiros Sem acompanhar os resultados comerciais por meio de indicadores de desempenho, a empresa perde clareza sobre seu próprio crescimento. Margem de lucro bruto Mostra quanto a empresa realmente ganha após descontar os custos diretos. Dessa forma, permite avaliar a sustentabilidade financeira da operação. Ticket médio Indica o valor médio gasto por cliente em cada compra. Além disso, aumentar esse indicador pode ser uma estratégia mais eficiente do que simplesmente buscar novos clientes. Taxa de conversão Mostra quantas oportunidades se transformam, de fato, em vendas. Assim, revela o nível de eficiência do processo comercial. CAC (Custo de Aquisição de Cliente) Indica quanto a empresa investe para conquistar um novo cliente. Quando bem controlado, contribui diretamente para o aumento da rentabilidade. KPIs de atendimento e experiência do cliente Não basta vender e entregar, é fundamental entender como o cliente percebe a empresa. NPS ou CSAT Esses indicadores medem o nível de satisfação do cliente. Empresas com bons índices, consequentemente, tendem a fidelizar mais e crescer com consistência. Taxa de devolução Mostra o percentual de produtos devolvidos. Quando esse número é elevado, normalmente indica falhas na qualidade, no processo ou na logística. Por que centralizar esses indicadores de desempenho faz diferença Acompanhar KPIs isoladamente já traz ganhos importantes. No entanto, quando esses dados estão integrados, o impacto é muito maior. Isso acontece porque, ao centralizar as informações: os dados passam a ser atualizados em tempo real os erros operacionais diminuem a análise se torna mais ágil e, principalmente, as decisões se tornam mais estratégicas Ou seja, a gestão deixa de ser reativa e passa a ser orientada por dados. Onde entra o ERP nesse processo À medida que a empresa cresce, controlar indicadores manualmente se torna cada vez mais complexo. Nesse cenário, planilhas começam a apresentar limitações, informações se desencontram e, consequentemente, a tomada de decisão perde velocidade. É justamente nesse ponto que o ERP ganha protagonismo. Com um sistema como o Yzidro, por exemplo, os indicadores são alimentados automaticamente a partir das operações do dia a dia. Assim, o gestor

    14/04/2026
  • Como melhorar o lucro na distribuição sem aumentar vendas

    Quando vender mais não resolve o problema Em muitas distribuidoras, o crescimento do faturamento nem sempre significa crescimento real da lucratividade. Em alguns casos, acontece exatamente o contrário: a empresa vende mais, movimenta mais pedidos, amplia a operação e, ainda assim, vê a margem encolher. Isso acontece porque o lucro na distribuição não depende apenas de volume. Ele depende, sobretudo, da diferença entre o que a empresa fatura e tudo o que ela gasta para comprar, armazenar, separar, transportar, entregar, corrigir erros e sustentar a operação. (Sebrae) Por isso, melhorar a margem sem aumentar vendas não é uma ideia abstrata. Na prática, é uma estratégia de gestão. O foco deixa de ser “vender mais a qualquer custo” e passa a ser “operar melhor, desperdiçar menos e proteger a rentabilidade em cada etapa”. Essa lógica é especialmente importante no segmento de distribuição, em que margens costumam ser pressionadas por frete, concorrência, estoque parado, devoluções, descontos, inadimplência e custos operacionais pouco visíveis. A boa notícia é que há espaço para ganho quando a empresa começa a enxergar com mais precisão onde perde dinheiro. Onde a margem costuma escapar na distribuição Antes de falar em soluções, vale entender um ponto central: a margem não some apenas na negociação comercial. Muitas vezes, ela se perde em pequenos vazamentos diários. Um pedido com baixo ticket pode parecer positivo no faturamento, porém se torna pouco rentável quando exige entrega urgente, alta frequência de visitas, separação fracionada e custo elevado de atendimento. Da mesma forma, um item muito vendido pode consumir capital de giro demais, gerar armazenagem excessiva ou exigir reposições mal planejadas. Já um erro simples na expedição pode abrir uma cadeia cara de retrabalho, devolução e insatisfação do cliente. Em outras palavras, o lucro na distribuição está diretamente ligado à capacidade da empresa de controlar o custo real da operação. Distribuidores mais eficientes costumam ter processos mais disciplinados, melhor uso de dados e maior domínio sobre estoque, produtividade e transporte. Em levantamento da McKinsey com distribuidores, os operadores com melhor desempenho vinham elevando retorno sobre capital investido, lucros e margem EBITDA justamente com avanços em excelência operacional. (McKinsey & Company) Estoque melhor gerido, margem mais protegida Estoque mal administrado é um dos principais inimigos da lucratividade. Quando a empresa compra além da necessidade, prende capital de giro, eleva custos de armazenagem e aumenta o risco de perdas, vencimentos ou obsolescência. Por outro lado, quando compra menos do que deveria, perde venda, compromete o nível de serviço e abre espaço para compras emergenciais, geralmente mais caras. O Sebrae destaca que a rentabilidade é sustentada pelo giro dos produtos e pela margem de contribuição, e alerta que a má administração do estoque gera desequilíbrio perigoso para a saúde financeira do negócio. Nesse contexto, a Curva ABC continua sendo uma ferramenta muito útil. Segundo o Sebrae, ela ajuda a classificar os itens mais e menos relevantes do estoque, permitindo maximizar ganhos e reduzir perdas. No exemplo apresentado, os itens A são aqueles que representam 75% ou mais do critério analisado, como faturamento ou lucro bruto; os itens B ficam na faixa seguinte; e os itens C completam o restante. (Sebrae) Na prática, isso significa que a distribuidora não deve dar o mesmo tratamento para todos os produtos. Os itens mais estratégicos precisam de acompanhamento rigoroso, reposição bem planejada e atenção especial à ruptura. Já os itens de baixa relevância precisam ser revistos com mais frieza para evitar excesso e baixa rotação. Além disso, a gestão de compras precisa caminhar junto. O Sebrae também reforça que melhorar resultado sem mexer no preço passa por boa compra e boa negociação com fornecedores. Quando a empresa consegue melhores preços, prazos ou condições, o impacto na margem bruta é direto. (Sebrae) Cost to serve: nem todo cliente é igualmente rentável Um dos erros mais comuns na distribuição é olhar apenas para faturamento por cliente. Isso pode distorcer a análise. Há clientes que compram bem, porém demandam tanto da operação que acabam consumindo grande parte da margem. É aqui que entra o cost to serve, ou custo de servir. Esse conceito ajuda a calcular quanto custa, de fato, atender cada perfil de cliente, rota, canal, região ou tipo de pedido. Quando a empresa faz essa leitura, passa a entender quais contas são realmente lucrativas e quais exigem ajustes. Com esse diagnóstico, algumas decisões se tornam mais claras: estabelecer pedido mínimo para determinadas regiões; incentivar janelas de entrega mais eficientes; revisar frequência de atendimento; elevar ticket médio por pedido; direcionar esforço comercial para clientes mais saudáveis. Esse ponto conversa diretamente com a recomendação do Sebrae de aumentar ticket médio e estruturar ofertas mais inteligentes, sem necessariamente elevar preços. (Sebrae) Logística eficiente não reduz só custo, reduz desperdício invisível Na distribuição, transporte e armazenagem não são apenas áreas operacionais. Eles influenciam diretamente o lucro. Roteiros mal montados, baixa ocupação do veículo, entregas fracionadas demais, frota parada, falhas na expedição e devoluções corroem a rentabilidade em silêncio. Por isso, melhorar a logística é uma das formas mais rápidas de recuperar margem sem vender mais. A roteirização inteligente reduz quilômetros rodados, tempo improdutivo e consumo de combustível. A consolidação de cargas melhora o aproveitamento dos veículos. Já a manutenção preventiva evita paradas inesperadas e gastos corretivos mais altos. Além disso, a tecnologia tem papel importante nesse avanço. A McKinsey destaca que empresas de logística e distribuição vêm obtendo ganhos a partir de investimentos em infraestrutura de dados, integração de sistemas e maior sofisticação operacional. No campo da precificação logística, a consultoria também mostra que melhor uso de dados e revisão do ciclo de pricing podem gerar impacto relevante no lucro operacional. (McKinsey & Company) Em outras palavras, margem não melhora apenas quando a empresa corta despesa visível. Ela melhora também quando para de aceitar ineficiências como “normais”. Menos avarias, menos devoluções, mais resultado Outro ponto que merece atenção é a logística reversa causada por erro interno. Produto trocado, item faltante, volume avariado e divergência na conferência criam custos que muitas distribuidoras subestimam. Além do frete de

    13/04/2026


Fique por dentro de todas as novidades do seu segmento por meio do conteúdo que separamos para você!!

  • Indicadores de desempenho: os KPIs essenciais para indústria e distribuição

    O que realmente move resultados nas empresas Nem sempre o crescimento de uma empresa está ligado, exclusivamente, ao aumento de vendas. Pelo contrário, em muitos casos, ele está diretamente relacionado à capacidade de medir, entender e, sobretudo, otimizar o que já acontece dentro da operação. Nesse sentido, os indicadores de desempenho (KPIs) deixam de ser apenas números em relatórios e passam, gradualmente, a ocupar um papel estratégico. Afinal, são eles que mostram, com clareza, onde a empresa ganha eficiência, onde perde dinheiro e, além disso, onde existem oportunidades reais de melhoria. Para indústrias e distribuidoras, essa análise se torna ainda mais relevante. Isso porque a operação envolve múltiplas etapas interdependentes, desde a produção até a entrega final e, portanto, qualquer falha em um ponto tende a impactar toda a cadeia. O que são KPIs e por que eles são essenciais De forma prática, KPIs (Key Performance Indicators) são métricas utilizadas para avaliar o desempenho de processos, setores ou até mesmo da empresa como um todo. Em outras palavras, funcionam como um painel de controle. Ou seja, permitem que o gestor acompanhe o que está funcionando bem, identifique desvios com mais rapidez e, consequentemente, tome decisões baseadas em dados. Além disso, segundo o Sebrae, empresas que utilizam indicadores de desempenho conseguem melhorar significativamente sua gestão, justamente porque passam a ter mais previsibilidade e controle sobre os resultados. Fonte: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/indicadores-de-desempenho KPIs de produção e qualidade (foco industrial) Quando falamos de indústria, produtividade e qualidade precisam caminhar juntas. Caso contrário, o crescimento não se sustenta no longo prazo. OEE (Eficiência Global dos Equipamentos) Esse indicador mede o nível real de aproveitamento das máquinas, considerando, simultaneamente, disponibilidade, performance e qualidade. Dessa forma, quanto maior o OEE, maior tende a ser a eficiência da operação como um todo. Taxa de defeitos ou refugo Esse KPI indica o percentual de produtos que não atendem aos padrões exigidos. Além disso, ele ajuda a identificar falhas recorrentes no processo produtivo, permitindo ajustes mais rápidos e assertivos. MTBF (Tempo médio entre falhas) Esse indicador mostra o tempo médio entre falhas dos equipamentos. Portanto, quanto maior esse intervalo, mais confiável tende a ser o maquinário. Consequentemente, há menos paradas inesperadas e maior estabilidade operacional. Lead time de produção Refere-se ao tempo total entre o início da produção e a finalização do produto. Nesse contexto, reduzir o lead time significa ganhar agilidade, melhorar prazos e, ao mesmo tempo, aumentar a competitividade. KPIs de logística e distribuição Já no cenário da distribuição, o desempenho logístico impacta diretamente tanto os custos quanto a experiência do cliente. OTIF (On Time In Full) Esse indicador mede a porcentagem de pedidos entregues no prazo e sem erros. Ou seja, avalia, simultaneamente, pontualidade e precisão, dois fatores críticos para a satisfação do cliente. Tempo de ciclo do pedido Representa o tempo entre a realização do pedido e a entrega final. Quanto menor esse ciclo, maior será a eficiência da operação e, consequentemente, melhor será a percepção do cliente. Custo de transporte sobre faturamento Esse KPI mostra quanto o frete representa dentro da receita da empresa. Assim, torna-se possível identificar excessos, rever contratos e, eventualmente, otimizar rotas. Acuracidade de estoque Esse indicador compara o estoque físico com o registrado no sistema. Quando há divergências, surgem problemas como vendas perdidas, retrabalho e falhas no planejamento. Portanto, manter alta acuracidade é fundamental. KPIs de estoque e compras Uma gestão eficiente de estoque não apenas melhora a operação, mas também impacta diretamente o fluxo de caixa. Giro de estoque Indica quantas vezes o estoque é renovado em determinado período. De modo geral, um giro mais alto sugere melhor aproveitamento do capital investido. Ruptura de estoque Aponta a frequência com que produtos ficam indisponíveis mesmo havendo demanda. Nesse caso, além de afetar as vendas, também compromete a confiança do cliente. CMV (Custo de Mercadorias Vendidas) Esse indicador mostra o custo direto dos produtos vendidos. Portanto, ele é essencial para entender a margem e, ao mesmo tempo, controlar a lucratividade. KPIs comerciais e financeiros Sem acompanhar os resultados comerciais por meio de indicadores de desempenho, a empresa perde clareza sobre seu próprio crescimento. Margem de lucro bruto Mostra quanto a empresa realmente ganha após descontar os custos diretos. Dessa forma, permite avaliar a sustentabilidade financeira da operação. Ticket médio Indica o valor médio gasto por cliente em cada compra. Além disso, aumentar esse indicador pode ser uma estratégia mais eficiente do que simplesmente buscar novos clientes. Taxa de conversão Mostra quantas oportunidades se transformam, de fato, em vendas. Assim, revela o nível de eficiência do processo comercial. CAC (Custo de Aquisição de Cliente) Indica quanto a empresa investe para conquistar um novo cliente. Quando bem controlado, contribui diretamente para o aumento da rentabilidade. KPIs de atendimento e experiência do cliente Não basta vender e entregar, é fundamental entender como o cliente percebe a empresa. NPS ou CSAT Esses indicadores medem o nível de satisfação do cliente. Empresas com bons índices, consequentemente, tendem a fidelizar mais e crescer com consistência. Taxa de devolução Mostra o percentual de produtos devolvidos. Quando esse número é elevado, normalmente indica falhas na qualidade, no processo ou na logística. Por que centralizar esses indicadores de desempenho faz diferença Acompanhar KPIs isoladamente já traz ganhos importantes. No entanto, quando esses dados estão integrados, o impacto é muito maior. Isso acontece porque, ao centralizar as informações: os dados passam a ser atualizados em tempo real os erros operacionais diminuem a análise se torna mais ágil e, principalmente, as decisões se tornam mais estratégicas Ou seja, a gestão deixa de ser reativa e passa a ser orientada por dados. Onde entra o ERP nesse processo À medida que a empresa cresce, controlar indicadores manualmente se torna cada vez mais complexo. Nesse cenário, planilhas começam a apresentar limitações, informações se desencontram e, consequentemente, a tomada de decisão perde velocidade. É justamente nesse ponto que o ERP ganha protagonismo. Com um sistema como o Yzidro, por exemplo, os indicadores são alimentados automaticamente a partir das operações do dia a dia. Assim, o gestor

    14/04/2026
  • Como melhorar o lucro na distribuição sem aumentar vendas

    Quando vender mais não resolve o problema Em muitas distribuidoras, o crescimento do faturamento nem sempre significa crescimento real da lucratividade. Em alguns casos, acontece exatamente o contrário: a empresa vende mais, movimenta mais pedidos, amplia a operação e, ainda assim, vê a margem encolher. Isso acontece porque o lucro na distribuição não depende apenas de volume. Ele depende, sobretudo, da diferença entre o que a empresa fatura e tudo o que ela gasta para comprar, armazenar, separar, transportar, entregar, corrigir erros e sustentar a operação. (Sebrae) Por isso, melhorar a margem sem aumentar vendas não é uma ideia abstrata. Na prática, é uma estratégia de gestão. O foco deixa de ser “vender mais a qualquer custo” e passa a ser “operar melhor, desperdiçar menos e proteger a rentabilidade em cada etapa”. Essa lógica é especialmente importante no segmento de distribuição, em que margens costumam ser pressionadas por frete, concorrência, estoque parado, devoluções, descontos, inadimplência e custos operacionais pouco visíveis. A boa notícia é que há espaço para ganho quando a empresa começa a enxergar com mais precisão onde perde dinheiro. Onde a margem costuma escapar na distribuição Antes de falar em soluções, vale entender um ponto central: a margem não some apenas na negociação comercial. Muitas vezes, ela se perde em pequenos vazamentos diários. Um pedido com baixo ticket pode parecer positivo no faturamento, porém se torna pouco rentável quando exige entrega urgente, alta frequência de visitas, separação fracionada e custo elevado de atendimento. Da mesma forma, um item muito vendido pode consumir capital de giro demais, gerar armazenagem excessiva ou exigir reposições mal planejadas. Já um erro simples na expedição pode abrir uma cadeia cara de retrabalho, devolução e insatisfação do cliente. Em outras palavras, o lucro na distribuição está diretamente ligado à capacidade da empresa de controlar o custo real da operação. Distribuidores mais eficientes costumam ter processos mais disciplinados, melhor uso de dados e maior domínio sobre estoque, produtividade e transporte. Em levantamento da McKinsey com distribuidores, os operadores com melhor desempenho vinham elevando retorno sobre capital investido, lucros e margem EBITDA justamente com avanços em excelência operacional. (McKinsey & Company) Estoque melhor gerido, margem mais protegida Estoque mal administrado é um dos principais inimigos da lucratividade. Quando a empresa compra além da necessidade, prende capital de giro, eleva custos de armazenagem e aumenta o risco de perdas, vencimentos ou obsolescência. Por outro lado, quando compra menos do que deveria, perde venda, compromete o nível de serviço e abre espaço para compras emergenciais, geralmente mais caras. O Sebrae destaca que a rentabilidade é sustentada pelo giro dos produtos e pela margem de contribuição, e alerta que a má administração do estoque gera desequilíbrio perigoso para a saúde financeira do negócio. Nesse contexto, a Curva ABC continua sendo uma ferramenta muito útil. Segundo o Sebrae, ela ajuda a classificar os itens mais e menos relevantes do estoque, permitindo maximizar ganhos e reduzir perdas. No exemplo apresentado, os itens A são aqueles que representam 75% ou mais do critério analisado, como faturamento ou lucro bruto; os itens B ficam na faixa seguinte; e os itens C completam o restante. (Sebrae) Na prática, isso significa que a distribuidora não deve dar o mesmo tratamento para todos os produtos. Os itens mais estratégicos precisam de acompanhamento rigoroso, reposição bem planejada e atenção especial à ruptura. Já os itens de baixa relevância precisam ser revistos com mais frieza para evitar excesso e baixa rotação. Além disso, a gestão de compras precisa caminhar junto. O Sebrae também reforça que melhorar resultado sem mexer no preço passa por boa compra e boa negociação com fornecedores. Quando a empresa consegue melhores preços, prazos ou condições, o impacto na margem bruta é direto. (Sebrae) Cost to serve: nem todo cliente é igualmente rentável Um dos erros mais comuns na distribuição é olhar apenas para faturamento por cliente. Isso pode distorcer a análise. Há clientes que compram bem, porém demandam tanto da operação que acabam consumindo grande parte da margem. É aqui que entra o cost to serve, ou custo de servir. Esse conceito ajuda a calcular quanto custa, de fato, atender cada perfil de cliente, rota, canal, região ou tipo de pedido. Quando a empresa faz essa leitura, passa a entender quais contas são realmente lucrativas e quais exigem ajustes. Com esse diagnóstico, algumas decisões se tornam mais claras: estabelecer pedido mínimo para determinadas regiões; incentivar janelas de entrega mais eficientes; revisar frequência de atendimento; elevar ticket médio por pedido; direcionar esforço comercial para clientes mais saudáveis. Esse ponto conversa diretamente com a recomendação do Sebrae de aumentar ticket médio e estruturar ofertas mais inteligentes, sem necessariamente elevar preços. (Sebrae) Logística eficiente não reduz só custo, reduz desperdício invisível Na distribuição, transporte e armazenagem não são apenas áreas operacionais. Eles influenciam diretamente o lucro. Roteiros mal montados, baixa ocupação do veículo, entregas fracionadas demais, frota parada, falhas na expedição e devoluções corroem a rentabilidade em silêncio. Por isso, melhorar a logística é uma das formas mais rápidas de recuperar margem sem vender mais. A roteirização inteligente reduz quilômetros rodados, tempo improdutivo e consumo de combustível. A consolidação de cargas melhora o aproveitamento dos veículos. Já a manutenção preventiva evita paradas inesperadas e gastos corretivos mais altos. Além disso, a tecnologia tem papel importante nesse avanço. A McKinsey destaca que empresas de logística e distribuição vêm obtendo ganhos a partir de investimentos em infraestrutura de dados, integração de sistemas e maior sofisticação operacional. No campo da precificação logística, a consultoria também mostra que melhor uso de dados e revisão do ciclo de pricing podem gerar impacto relevante no lucro operacional. (McKinsey & Company) Em outras palavras, margem não melhora apenas quando a empresa corta despesa visível. Ela melhora também quando para de aceitar ineficiências como “normais”. Menos avarias, menos devoluções, mais resultado Outro ponto que merece atenção é a logística reversa causada por erro interno. Produto trocado, item faltante, volume avariado e divergência na conferência criam custos que muitas distribuidoras subestimam. Além do frete de

    13/04/2026
//
Olá! Preencha os campos abaixo para iniciar a conversa no WhatsApp