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Nosso sistema gerencia todos os departamentos, proporcionando maior controle e segurança das informações.
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Nossa solução permite que você tenha insights valiosos na palma da mão, impulsionando sua empresa para o sucesso. Não perca tempo com dados dispersos, concentre-se no que realmente importa e tome decisões com confiança.

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Sistema de gestão por módulos (ERP modular): como evoluir sem substituir todo o sistema
A decisão de trocar um sistema de gestão costuma gerar insegurança. Afinal, estamos falando do coração da empresa: financeiro, estoque, faturamento, compras, produção e vendas passam por ali todos os dias. No entanto, nem sempre é necessário substituir tudo de uma vez. Em muitos casos, o caminho mais inteligente é adotar um ERP modular, evoluindo por etapas, com menos risco e maior controle. Essa abordagem, conhecida como modelo “componível”, parte de um princípio simples: em vez de interromper toda a operação para implantar um sistema totalmente novo, a empresa fortalece sua estrutura atual com novos módulos e integrações estratégicas. Assim, o crescimento acontece de forma planejada, sustentável e alinhada às prioridades do negócio. O que é um ERP modular na prática? Um ERP modular é um sistema de gestão empresarial estruturado por blocos funcionais independentes, porém integrados. Isso significa que a empresa pode ativar, expandir ou integrar novos módulos conforme suas necessidades evoluem. Na prática, em vez de realizar uma troca completa do sistema, a organização pode: Implementar primeiro o módulo financeiro; Em seguida, integrar estoque e faturamento; Posteriormente, adicionar produção, logística ou controle fiscal; E, além disso, conectar ferramentas externas como BI ou automação comercial. Dessa forma, a empresa mantém a base estável enquanto aprimora áreas estratégicas. Consequentemente, o risco operacional diminui e o retorno sobre o investimento tende a ser mais rápido. Quando integrar módulos é melhor do que trocar tudo? Existem situações claras em que a evolução modular faz mais sentido do que uma substituição total: 1. Quando o sistema atual ainda atende parte das necessidades Se o ERP já utilizado é estável e cobre processos essenciais, porém carece de recursos específicos, a integração de novos módulos pode resolver lacunas sem causar ruptura. Por exemplo, muitas empresas possuem um bom controle financeiro, mas precisam melhorar: Análise de dados gerenciais; Integração com transportadoras; Automação da força de vendas; Controle de produção mais detalhado. Nesses casos, integrar módulos ao invés de substituir tudo preserva o que já funciona bem. 2. Quando o risco operacional é alto Trocar todo o sistema de uma vez pode gerar: Interrupções na operação; Curva de aprendizado acentuada; Resistência da equipe; Possíveis falhas na migração de dados. Por outro lado, com um ERP modular, a implantação ocorre por etapas. Assim, a equipe se adapta gradualmente, os testes são mais controlados e os impactos são diluídos ao longo do tempo. 3. Quando a empresa está em crescimento Empresas em expansão frequentemente enfrentam novos desafios: aumento de pedidos, múltiplos canais de venda, maior complexidade fiscal e logística mais estruturada. Nesse cenário, a integração de módulos no ERP permite acompanhar o crescimento de forma escalonada. Primeiro organiza-se a base; depois, aprimoram-se os processos mais críticos. BI integrado: decisões baseadas em dados reais Outro avanço importante ocorre quando o sistema de gestão empresarial integrado se conecta a ferramentas de análise de dados. Com a integração ao BI, torna-se possível: Acompanhar indicadores de desempenho em tempo real; Avaliar margem por produto ou cliente; Monitorar giro de estoque; Identificar gargalos operacionais. Dessa maneira, a gestão deixa de ser baseada apenas em percepção e passa a se apoiar em informações consolidadas. Consequentemente, as decisões se tornam mais estratégicas e menos reativas. Automação comercial: integração que acelera vendas A área comercial também ganha eficiência quando o ERP modular se conecta a ferramentas de automação. Por exemplo: Pedidos lançados pela equipe de vendas já entram no sistema; Limites de crédito são verificados automaticamente; Condições comerciais seguem regras pré-definidas; O faturamento ocorre com menos intervenção manual. Assim, reduz-se o erro humano, agiliza-se o processo e aumenta-se a produtividade da equipe. Além disso, a integração melhora a comunicação entre vendas, financeiro e estoque. Menos risco, mais agilidade Ao adotar um ERP modular, a empresa não apenas distribui investimentos ao longo do tempo, como também ganha flexibilidade estratégica. Primeiramente, a implantação por fases permite ajustes rápidos. Caso algo precise ser adaptado, a mudança ocorre em um módulo específico, sem comprometer toda a estrutura. Em segundo lugar, a empresa pode priorizar o que gera mais retorno imediato. Por exemplo, se o maior problema está na ruptura de estoque, inicia-se pela integração logística. Se o desafio é rentabilidade, prioriza-se o BI. Portanto, a abordagem modular oferece equilíbrio entre estabilidade e inovação. O papel estratégico do ERP na evolução do negócio Mais do que um sistema operacional, o ERP deve funcionar como plataforma de crescimento. E, justamente por isso, a possibilidade de integrar novos recursos ao longo do tempo torna-se um diferencial competitivo. Empresas que optam por evoluir de forma estruturada conseguem: Reduzir impactos financeiros abruptos; Minimizar riscos de paralisação; Engajar melhor as equipes; Adaptar-se com rapidez às mudanças do mercado. Em vez de esperar o sistema “quebrar” para então substituí-lo, a organização passa a fortalecer sua gestão continuamente. Evoluir por módulos pode ser a decisão mais inteligente Trocar todo o sistema pode parecer, à primeira vista, a solução mais completa. No entanto, em muitos cenários, a escolha mais estratégica é adotar um ERP modular, evoluindo por integrações planejadas e sustentáveis. Ao integrar BI e automação comercial, a empresa amplia sua capacidade de gestão sem comprometer a operação. Além disso, ganha agilidade, reduz riscos e constrói uma base sólida para crescer. Em resumo, evoluir por módulos não significa fazer menos. Pelo contrário: significa fazer melhor, no tempo certo e com controle.
24/02/2026Controle de validade e FIFO na indústria de alimentos: como o ERP reduz perdas e desperdícios
Na indústria de alimentos, margem não se perde apenas na negociação com fornecedores ou na pressão de preços do varejo. Muitas vezes, ela escorre silenciosamente pelo estoque — seja por vencimentos não identificados a tempo, seja por falhas na aplicação do método FIFO na produção. Além disso, a exigência regulatória é rigorosa. Órgãos como a ANVISA demandam rastreabilidade, controle de lotes e capacidade de resposta rápida em caso de recall. Portanto, não se trata apenas de eficiência operacional, mas também de conformidade e reputação de marca. Nesse contexto, o controle de validade no ERP deixa de ser um recurso técnico e passa a ser um pilar estratégico para a sustentabilidade financeira da indústria. O impacto da validade na rentabilidade da indústria Produtos vencidos representam perda direta. Entretanto, o problema vai além do descarte. Primeiramente, há o custo de produção já absorvido: matéria-prima, energia, mão de obra, embalagem e logística interna. Em seguida, surgem custos indiretos, como armazenagem, movimentação e até impactos fiscais dependendo do regime tributário. Além disso, quando o estoque não gira corretamente, o capital fica parado. Consequentemente, a empresa perde poder de reinvestimento e pode enfrentar rupturas de itens com maior giro enquanto produtos próximos ao vencimento permanecem armazenados. Outro ponto crítico é o desalinhamento entre produção e demanda. Sem visibilidade clara das datas de validade, o planejamento tende a priorizar volume, e não giro. Como resultado, o excesso de estoque se transforma em desperdício. Por isso, o controle de validade no ERP permite que a gestão visualize não apenas “quanto” há em estoque, mas “até quando” aquele produto é comercializável. Essa mudança de perspectiva altera completamente a tomada de decisão. Como o ERP automatiza o controle de lotes e datas Um ERP para indústria de alimentos bem estruturado trabalha com rastreabilidade por lote desde a entrada da matéria-prima até a expedição do produto acabado. Dessa forma, cada etapa da cadeia produtiva fica registrada e integrada. Além disso, o sistema associa automaticamente cada lote às respectivas datas de fabricação e validade. Assim, a gestão deixa de depender de planilhas paralelas ou controles manuais, que, inevitavelmente, geram falhas humanas. A seguir, veja como essa automação impacta diretamente a operação. FIFO automático O método FIFO na produção (First In, First Out — primeiro que entra, primeiro que sai) é um princípio básico na indústria de alimentos. No entanto, aplicá-lo manualmente em ambientes com alto volume de SKUs é extremamente complexo. Com o controle de validade no ERP, o sistema pode: Sugerir automaticamente o lote mais antigo na separação de pedidos; Bloquear a expedição de lotes fora da sequência lógica; Priorizar insumos com vencimento mais próximo na ordem de produção; Integrar o FIFO ao planejamento de necessidades (MRP). Dessa forma, o FIFO deixa de ser apenas uma orientação operacional e passa a ser uma regra sistêmica. Consequentemente, a empresa reduz perdas por esquecimento ou erro humano. Alertas de vencimento Outro recurso essencial do ERP para indústria de alimentos são os alertas inteligentes. O sistema pode gerar notificações quando um lote atinge determinada faixa crítica de validade, por exemplo, 90, 60 ou 30 dias antes do vencimento. Assim, a empresa pode agir de maneira preventiva, e não corretiva. Entre as ações possíveis estão: Promoções estratégicas para acelerar giro; Transferência de estoque entre filiais; Ajuste no plano de produção; Negociação com clientes para escoamento prioritário. Portanto, em vez de descobrir o problema no momento do descarte, a indústria ganha tempo para proteger sua margem. Rastreabilidade para recall Se, eventualmente, for necessário realizar um recall, a rastreabilidade é decisiva. Com o controle de validade no ERP, é possível identificar rapidamente: Qual lote foi produzido; Quais matérias-primas foram utilizadas; Para quais clientes ou regiões o produto foi enviado; Em qual período ocorreu a distribuição. Isso significa que, em vez de recolher toda a produção de forma indiscriminada, a empresa pode agir de forma cirúrgica. Como resultado, o impacto financeiro é reduzido e a imagem da marca é preservada. Além disso, essa capacidade de rastreabilidade fortalece auditorias e inspeções, demonstrando maturidade nos processos internos. Redução de perdas e aumento de margem Quando o método FIFO na produção é aplicado automaticamente e o estoque é gerido com inteligência, os resultados aparecem em diversas frentes. Primeiramente, há redução direta de perdas por vencimento. Em seguida, observa-se melhora no giro de estoque, o que libera capital de trabalho. Além disso, o planejamento de compras torna-se mais preciso, evitando excessos. Outro benefício relevante é a melhoria da previsibilidade. Com histórico de validade, giro e sazonalidade integrados no ERP para indústria de alimentos, a empresa consegue alinhar produção à demanda real. Consequentemente, o risco de superprodução diminui consideravelmente. Ao mesmo tempo, a transparência nos dados fortalece decisões estratégicas. A gestão passa a enxergar quais produtos apresentam maior índice de perdas, quais clientes mantêm estoque por mais tempo e quais canais demandam ajustes na política comercial. Assim, o controle de validade no ERP deixa de ser apenas um mecanismo de conformidade e passa a ser uma ferramenta de inteligência de negócios. No fim das contas, reduzir desperdício significa proteger margem. E, na indústria de alimentos, onde cada centavo impacta o resultado, transformar controle em estratégia pode ser o diferencial entre operar no limite ou crescer com sustentabilidade.
23/02/2026
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Sistema de gestão por módulos (ERP modular): como evoluir sem substituir todo o sistema
A decisão de trocar um sistema de gestão costuma gerar insegurança. Afinal, estamos falando do coração da empresa: financeiro, estoque, faturamento, compras, produção e vendas passam por ali todos os dias. No entanto, nem sempre é necessário substituir tudo de uma vez. Em muitos casos, o caminho mais inteligente é adotar um ERP modular, evoluindo por etapas, com menos risco e maior controle. Essa abordagem, conhecida como modelo “componível”, parte de um princípio simples: em vez de interromper toda a operação para implantar um sistema totalmente novo, a empresa fortalece sua estrutura atual com novos módulos e integrações estratégicas. Assim, o crescimento acontece de forma planejada, sustentável e alinhada às prioridades do negócio. O que é um ERP modular na prática? Um ERP modular é um sistema de gestão empresarial estruturado por blocos funcionais independentes, porém integrados. Isso significa que a empresa pode ativar, expandir ou integrar novos módulos conforme suas necessidades evoluem. Na prática, em vez de realizar uma troca completa do sistema, a organização pode: Implementar primeiro o módulo financeiro; Em seguida, integrar estoque e faturamento; Posteriormente, adicionar produção, logística ou controle fiscal; E, além disso, conectar ferramentas externas como BI ou automação comercial. Dessa forma, a empresa mantém a base estável enquanto aprimora áreas estratégicas. Consequentemente, o risco operacional diminui e o retorno sobre o investimento tende a ser mais rápido. Quando integrar módulos é melhor do que trocar tudo? Existem situações claras em que a evolução modular faz mais sentido do que uma substituição total: 1. Quando o sistema atual ainda atende parte das necessidades Se o ERP já utilizado é estável e cobre processos essenciais, porém carece de recursos específicos, a integração de novos módulos pode resolver lacunas sem causar ruptura. Por exemplo, muitas empresas possuem um bom controle financeiro, mas precisam melhorar: Análise de dados gerenciais; Integração com transportadoras; Automação da força de vendas; Controle de produção mais detalhado. Nesses casos, integrar módulos ao invés de substituir tudo preserva o que já funciona bem. 2. Quando o risco operacional é alto Trocar todo o sistema de uma vez pode gerar: Interrupções na operação; Curva de aprendizado acentuada; Resistência da equipe; Possíveis falhas na migração de dados. Por outro lado, com um ERP modular, a implantação ocorre por etapas. Assim, a equipe se adapta gradualmente, os testes são mais controlados e os impactos são diluídos ao longo do tempo. 3. Quando a empresa está em crescimento Empresas em expansão frequentemente enfrentam novos desafios: aumento de pedidos, múltiplos canais de venda, maior complexidade fiscal e logística mais estruturada. Nesse cenário, a integração de módulos no ERP permite acompanhar o crescimento de forma escalonada. Primeiro organiza-se a base; depois, aprimoram-se os processos mais críticos. BI integrado: decisões baseadas em dados reais Outro avanço importante ocorre quando o sistema de gestão empresarial integrado se conecta a ferramentas de análise de dados. Com a integração ao BI, torna-se possível: Acompanhar indicadores de desempenho em tempo real; Avaliar margem por produto ou cliente; Monitorar giro de estoque; Identificar gargalos operacionais. Dessa maneira, a gestão deixa de ser baseada apenas em percepção e passa a se apoiar em informações consolidadas. Consequentemente, as decisões se tornam mais estratégicas e menos reativas. Automação comercial: integração que acelera vendas A área comercial também ganha eficiência quando o ERP modular se conecta a ferramentas de automação. Por exemplo: Pedidos lançados pela equipe de vendas já entram no sistema; Limites de crédito são verificados automaticamente; Condições comerciais seguem regras pré-definidas; O faturamento ocorre com menos intervenção manual. Assim, reduz-se o erro humano, agiliza-se o processo e aumenta-se a produtividade da equipe. Além disso, a integração melhora a comunicação entre vendas, financeiro e estoque. Menos risco, mais agilidade Ao adotar um ERP modular, a empresa não apenas distribui investimentos ao longo do tempo, como também ganha flexibilidade estratégica. Primeiramente, a implantação por fases permite ajustes rápidos. Caso algo precise ser adaptado, a mudança ocorre em um módulo específico, sem comprometer toda a estrutura. Em segundo lugar, a empresa pode priorizar o que gera mais retorno imediato. Por exemplo, se o maior problema está na ruptura de estoque, inicia-se pela integração logística. Se o desafio é rentabilidade, prioriza-se o BI. Portanto, a abordagem modular oferece equilíbrio entre estabilidade e inovação. O papel estratégico do ERP na evolução do negócio Mais do que um sistema operacional, o ERP deve funcionar como plataforma de crescimento. E, justamente por isso, a possibilidade de integrar novos recursos ao longo do tempo torna-se um diferencial competitivo. Empresas que optam por evoluir de forma estruturada conseguem: Reduzir impactos financeiros abruptos; Minimizar riscos de paralisação; Engajar melhor as equipes; Adaptar-se com rapidez às mudanças do mercado. Em vez de esperar o sistema “quebrar” para então substituí-lo, a organização passa a fortalecer sua gestão continuamente. Evoluir por módulos pode ser a decisão mais inteligente Trocar todo o sistema pode parecer, à primeira vista, a solução mais completa. No entanto, em muitos cenários, a escolha mais estratégica é adotar um ERP modular, evoluindo por integrações planejadas e sustentáveis. Ao integrar BI e automação comercial, a empresa amplia sua capacidade de gestão sem comprometer a operação. Além disso, ganha agilidade, reduz riscos e constrói uma base sólida para crescer. Em resumo, evoluir por módulos não significa fazer menos. Pelo contrário: significa fazer melhor, no tempo certo e com controle.
24/02/2026Controle de validade e FIFO na indústria de alimentos: como o ERP reduz perdas e desperdícios
Na indústria de alimentos, margem não se perde apenas na negociação com fornecedores ou na pressão de preços do varejo. Muitas vezes, ela escorre silenciosamente pelo estoque — seja por vencimentos não identificados a tempo, seja por falhas na aplicação do método FIFO na produção. Além disso, a exigência regulatória é rigorosa. Órgãos como a ANVISA demandam rastreabilidade, controle de lotes e capacidade de resposta rápida em caso de recall. Portanto, não se trata apenas de eficiência operacional, mas também de conformidade e reputação de marca. Nesse contexto, o controle de validade no ERP deixa de ser um recurso técnico e passa a ser um pilar estratégico para a sustentabilidade financeira da indústria. O impacto da validade na rentabilidade da indústria Produtos vencidos representam perda direta. Entretanto, o problema vai além do descarte. Primeiramente, há o custo de produção já absorvido: matéria-prima, energia, mão de obra, embalagem e logística interna. Em seguida, surgem custos indiretos, como armazenagem, movimentação e até impactos fiscais dependendo do regime tributário. Além disso, quando o estoque não gira corretamente, o capital fica parado. Consequentemente, a empresa perde poder de reinvestimento e pode enfrentar rupturas de itens com maior giro enquanto produtos próximos ao vencimento permanecem armazenados. Outro ponto crítico é o desalinhamento entre produção e demanda. Sem visibilidade clara das datas de validade, o planejamento tende a priorizar volume, e não giro. Como resultado, o excesso de estoque se transforma em desperdício. Por isso, o controle de validade no ERP permite que a gestão visualize não apenas “quanto” há em estoque, mas “até quando” aquele produto é comercializável. Essa mudança de perspectiva altera completamente a tomada de decisão. Como o ERP automatiza o controle de lotes e datas Um ERP para indústria de alimentos bem estruturado trabalha com rastreabilidade por lote desde a entrada da matéria-prima até a expedição do produto acabado. Dessa forma, cada etapa da cadeia produtiva fica registrada e integrada. Além disso, o sistema associa automaticamente cada lote às respectivas datas de fabricação e validade. Assim, a gestão deixa de depender de planilhas paralelas ou controles manuais, que, inevitavelmente, geram falhas humanas. A seguir, veja como essa automação impacta diretamente a operação. FIFO automático O método FIFO na produção (First In, First Out — primeiro que entra, primeiro que sai) é um princípio básico na indústria de alimentos. No entanto, aplicá-lo manualmente em ambientes com alto volume de SKUs é extremamente complexo. Com o controle de validade no ERP, o sistema pode: Sugerir automaticamente o lote mais antigo na separação de pedidos; Bloquear a expedição de lotes fora da sequência lógica; Priorizar insumos com vencimento mais próximo na ordem de produção; Integrar o FIFO ao planejamento de necessidades (MRP). Dessa forma, o FIFO deixa de ser apenas uma orientação operacional e passa a ser uma regra sistêmica. Consequentemente, a empresa reduz perdas por esquecimento ou erro humano. Alertas de vencimento Outro recurso essencial do ERP para indústria de alimentos são os alertas inteligentes. O sistema pode gerar notificações quando um lote atinge determinada faixa crítica de validade, por exemplo, 90, 60 ou 30 dias antes do vencimento. Assim, a empresa pode agir de maneira preventiva, e não corretiva. Entre as ações possíveis estão: Promoções estratégicas para acelerar giro; Transferência de estoque entre filiais; Ajuste no plano de produção; Negociação com clientes para escoamento prioritário. Portanto, em vez de descobrir o problema no momento do descarte, a indústria ganha tempo para proteger sua margem. Rastreabilidade para recall Se, eventualmente, for necessário realizar um recall, a rastreabilidade é decisiva. Com o controle de validade no ERP, é possível identificar rapidamente: Qual lote foi produzido; Quais matérias-primas foram utilizadas; Para quais clientes ou regiões o produto foi enviado; Em qual período ocorreu a distribuição. Isso significa que, em vez de recolher toda a produção de forma indiscriminada, a empresa pode agir de forma cirúrgica. Como resultado, o impacto financeiro é reduzido e a imagem da marca é preservada. Além disso, essa capacidade de rastreabilidade fortalece auditorias e inspeções, demonstrando maturidade nos processos internos. Redução de perdas e aumento de margem Quando o método FIFO na produção é aplicado automaticamente e o estoque é gerido com inteligência, os resultados aparecem em diversas frentes. Primeiramente, há redução direta de perdas por vencimento. Em seguida, observa-se melhora no giro de estoque, o que libera capital de trabalho. Além disso, o planejamento de compras torna-se mais preciso, evitando excessos. Outro benefício relevante é a melhoria da previsibilidade. Com histórico de validade, giro e sazonalidade integrados no ERP para indústria de alimentos, a empresa consegue alinhar produção à demanda real. Consequentemente, o risco de superprodução diminui consideravelmente. Ao mesmo tempo, a transparência nos dados fortalece decisões estratégicas. A gestão passa a enxergar quais produtos apresentam maior índice de perdas, quais clientes mantêm estoque por mais tempo e quais canais demandam ajustes na política comercial. Assim, o controle de validade no ERP deixa de ser apenas um mecanismo de conformidade e passa a ser uma ferramenta de inteligência de negócios. No fim das contas, reduzir desperdício significa proteger margem. E, na indústria de alimentos, onde cada centavo impacta o resultado, transformar controle em estratégia pode ser o diferencial entre operar no limite ou crescer com sustentabilidade.
23/02/2026




